A estratégia territorial da Colônia Militar do Itapura: legado urbano e arquitetônico

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1. Verfasser: NILSON GHIRARDELLO
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade de São Paulo 2020
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author NILSON GHIRARDELLO
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contents A estratégia territorial da Colônia Militar do Itapura: legado urbano e arquitetônico NILSON GHIRARDELLO DANIEL CANDELORO FERRARI Historia Itapura Avanhandava Colônia militar Colonização militar Ocupação territorial paulista Em meados do século XIX o governo imperial empregou um plano de ocupação do território nacional através da criação de colônias militares. Assim, a fundação desses estabelecimentos por todo o império vincula-se aos problemas relacionados ao controle e domínio social, numa época em que a manutenção da integridade territorial e, simultaneamente, uma perspectiva de expansão das fronteiras colocaram-se como sendo das mais emergenciais entre as tarefas das elites políticas. Itapura e Avanhandava foram as duas colônias criadas na província de São Paulo e herdaram o topônimo de seus locais estratégicos de implantação - os saltos no Rio Tietê. O presente trabalho tem como propósito estudar a colônia militar do Itapura em seu aspecto espacial-construtivo. O objetivo é analisar o material textual e cartográfico da colônia, documentação coletada em arquivos públicos, principalmente plantas e projetos, trazendo à luz tal fonte primária. Dessa forma, com clara intenção de planejamento urbanístico, demonstra-se um ideal que estava muito além de demarcar e ocupar a região: o intuito era construir em meio à mata fechada e às margens do Rio Tietê uma cidade projetada, inicialmente de caráter militar e agrícola, que seria a semente de futuro núcleo civil. Além disso, ao compararem-se as plantas da colônia do século XIX com as imagens de suas ruínas, fotografadas pela Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo no início no século XX, verifica-se a exuberância arquitetônica de suas construções e a qualidade urbanística de seu plano considerado inovador para a época. 2020 artículo científico 0101-4714 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27362795014 https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/27362795014.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/movil 10.1590/1982-02672020v28e20 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=273 Anais do Museu Paulista application/pdf Universidade de São Paulo Anais do Museu Paulista (Brasil) Vol.28
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A estratégia territorial da Colônia Militar do Itapura: legado urbano e arquitetônico NILSON GHIRARDELLO DANIEL CANDELORO FERRARI Historia Itapura Avanhandava Colônia militar Colonização militar Ocupação territorial paulista Em meados do século XIX o governo imperial empregou um plano de ocupação do território nacional através da criação de colônias militares. Assim, a fundação desses estabelecimentos por todo o império vincula-se aos problemas relacionados ao controle e domínio social, numa época em que a manutenção da integridade territorial e, simultaneamente, uma perspectiva de expansão das fronteiras colocaram-se como sendo das mais emergenciais entre as tarefas das elites políticas. Itapura e Avanhandava foram as duas colônias criadas na província de São Paulo e herdaram o topônimo de seus locais estratégicos de implantação - os saltos no Rio Tietê. O presente trabalho tem como propósito estudar a colônia militar do Itapura em seu aspecto espacial-construtivo. O objetivo é analisar o material textual e cartográfico da colônia, documentação coletada em arquivos públicos, principalmente plantas e projetos, trazendo à luz tal fonte primária. Dessa forma, com clara intenção de planejamento urbanístico, demonstra-se um ideal que estava muito além de demarcar e ocupar a região: o intuito era construir em meio à mata fechada e às margens do Rio Tietê uma cidade projetada, inicialmente de caráter militar e agrícola, que seria a semente de futuro núcleo civil. Além disso, ao compararem-se as plantas da colônia do século XIX com as imagens de suas ruínas, fotografadas pela Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo no início no século XX, verifica-se a exuberância arquitetônica de suas construções e a qualidade urbanística de seu plano considerado inovador para a época. 2020 artículo científico 0101-4714 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27362795014 https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/html/ https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/27362795014.epub https://www.redalyc.org/journal/273/27362795014/movil 10.1590/1982-02672020v28e20 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=273 Anais do Museu Paulista application/pdf Universidade de São Paulo Anais do Museu Paulista (Brasil) Vol.28
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