Jovens produzindo identidades sexuais

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Debbie Epstein
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação 2009
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author Debbie Epstein
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contents Jovens produzindo identidades sexuais Debbie Epstein Richard Johnson Educación jovens Identidade corporificação práticas reflexivas do corpo Nesse artigo analisamos a formação das identidades sexuais de jovens, a partir de uma série de exemplos retirados de trabalhos de campo, no decorrer de varios anos e em diferentes projetos de pesquisa. Argumentamos que os jovens se produzem como atores generificados e sexualizados em e por meio de certas relações centrais. Seus contextos mais imediatos são suas próprias culturas sexuais, formadas em relação a espaços institucionais como escolas, cultura popular comercial e relações domésticas e familiares. Sugerimos que as identidades são poderosamente formadas por meio do que Connell chama de "práticas reflexivas do corpo" - ou seja, o circuito de efeitos entre experiências corporais, vida emocional e explicações culturais. É importante observar, no entanto, que esas experiências e entendimentos são desenvueltos no contexto de relações sociais de poder. As diferenças sexuais, por exemplo, são sempre acompanhadas e mutuamente moldadas por outras "diferenças que fazem diferença" na vida cotidiana das pessoas, tais como raça, gênero ou corporificação. Interações imediatas, face a face, estão sempre imbuídas de formações culturais mais amplas em torno do sexual, que são reproduzidas e às vezes modificadas em práticas como representação na mídia, processos políticos e legais, venda e consumo de bens, educação e conhecimentos científicos, profissionais e especializados. Sugerimos que tais entendimentos têm implicações consideráveis para práticas profissionais, pois indicam que os praticantes - por exemplo de profissões de cuidado, ensino ou assistência médica - estão direta e ativamente envolvidos na construção da identidade de seus jovens clientes, alunos ou pacientes, ao mesmo tempo em que constroem suas próprias identidades profissionais. Finalizamos argumentando que a prática ética com jovens em relação às suas identidades sexuais emergentes somente é alcançável quando os profissionais são autorreflexivos no que diz respeito às limitações de seus próprios horizontes e cientes de sua parcialidade. 2009 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27504007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Num.40 Vol.14
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Jovens produzindo identidades sexuais Debbie Epstein Richard Johnson Educación jovens Identidade corporificação práticas reflexivas do corpo Nesse artigo analisamos a formação das identidades sexuais de jovens, a partir de uma série de exemplos retirados de trabalhos de campo, no decorrer de varios anos e em diferentes projetos de pesquisa. Argumentamos que os jovens se produzem como atores generificados e sexualizados em e por meio de certas relações centrais. Seus contextos mais imediatos são suas próprias culturas sexuais, formadas em relação a espaços institucionais como escolas, cultura popular comercial e relações domésticas e familiares. Sugerimos que as identidades são poderosamente formadas por meio do que Connell chama de "práticas reflexivas do corpo" - ou seja, o circuito de efeitos entre experiências corporais, vida emocional e explicações culturais. É importante observar, no entanto, que esas experiências e entendimentos são desenvueltos no contexto de relações sociais de poder. As diferenças sexuais, por exemplo, são sempre acompanhadas e mutuamente moldadas por outras "diferenças que fazem diferença" na vida cotidiana das pessoas, tais como raça, gênero ou corporificação. Interações imediatas, face a face, estão sempre imbuídas de formações culturais mais amplas em torno do sexual, que são reproduzidas e às vezes modificadas em práticas como representação na mídia, processos políticos e legais, venda e consumo de bens, educação e conhecimentos científicos, profissionais e especializados. Sugerimos que tais entendimentos têm implicações consideráveis para práticas profissionais, pois indicam que os praticantes - por exemplo de profissões de cuidado, ensino ou assistência médica - estão direta e ativamente envolvidos na construção da identidade de seus jovens clientes, alunos ou pacientes, ao mesmo tempo em que constroem suas próprias identidades profissionais. Finalizamos argumentando que a prática ética com jovens em relação às suas identidades sexuais emergentes somente é alcançável quando os profissionais são autorreflexivos no que diz respeito às limitações de seus próprios horizontes e cientes de sua parcialidade. 2009 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27504007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Num.40 Vol.14
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