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| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
2014
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| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27531116007 |
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Table des matières:
- A arte de disciplinar os sentidos o uso de retratos e imagens em tempos de nacionalização (1930-1945) Rogério Luiz Souza Educación imagens Estado Novo espaço escolar Arquitetura sensitiva disciplinarização dos sentidos Toda a arquitetura sensitiva do Estado Novo, ao chamar a atenção permanente dos sentidos, quis tornar os sujeitos consumidores e reprodutores de uma representação de mundo, de uma crença em relação à identidade nacional brasileira. Sob o império dos sentidos disciplinados e habituados, essa mesma arquitetura acabou permitindo um “sentir brasileiro” que levou os sujeitos a experimentá-lo, saboreá-lo, tocá-lo, ouvi-lo, cheirá-lo e vê-lo no interior de um sistema cultural e simbólico construído pela maquinaria ordenadora do poder. A constituição de uma arquitetura sensitiva no espaço escolar – objeto de discussão e análise deste artigo – deveria ajudar a compor essa trama nacionalizadora e a promover a disciplinarização dos sentidos. As ritualizações e as técnicas de reprodutibilidade das imagens nesse espaço tiveram a função de divulgar, generalizar, uniformizar, habituar e manter os sentidos em alerta constante e, portanto, ligá-los, condicioná-los ao sistema de controle político-social. 2014 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27531116007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Num.57 Vol.19