Aprendendo yorubá nas redes educativas dos terreiros: história, culturas africanas e enfrentamento da intolerância nas escolas.

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1. Verfasser: STELA GUEDES CAPUTO
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação 2015
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contents Aprendendo yorubá nas redes educativas dos terreiros: história, culturas africanas e enfrentamento da intolerância nas escolas. STELA GUEDES CAPUTO Educación yorubá Redes educativas história da África intolerância religiosa O texto apresenta alguns resultados de pesquisa sobre como crianças e jovens aprendem yorubá, uma língua africana viva praticada em candomblés no Brasil. O estudo se desenvolveu em um terreiro na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, entre abril de 2012 e setembro de 2013. Partilhamos da mesma compreensão de Alves (2010), para quem os muros das escolas são criações imaginárias e que aprendemos todos dentro e fora das escolas, ou seja, em redes educativas. Entendemos os terreiros como estando nessas redes tecidas por cantos, comidas, folhas, mitos, artefatos. O yorubá perpassa todos esses saberes, como um fio de linguagem que acende, organiza e mantém a comunicação dos membros dessa comunidade. A pesquisa também nos mostrou que o conhecimento dessas culturas, incluindo uma de suas línguas, pode sugerir pistas para o ensino de história da África, bem como diminuir a intolerância religiosa nas escolas. 2015 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27540282010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Num.62 Vol.20
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Aprendendo yorubá nas redes educativas dos terreiros: história, culturas africanas e enfrentamento da intolerância nas escolas. STELA GUEDES CAPUTO Educación yorubá Redes educativas história da África intolerância religiosa O texto apresenta alguns resultados de pesquisa sobre como crianças e jovens aprendem yorubá, uma língua africana viva praticada em candomblés no Brasil. O estudo se desenvolveu em um terreiro na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, entre abril de 2012 e setembro de 2013. Partilhamos da mesma compreensão de Alves (2010), para quem os muros das escolas são criações imaginárias e que aprendemos todos dentro e fora das escolas, ou seja, em redes educativas. Entendemos os terreiros como estando nessas redes tecidas por cantos, comidas, folhas, mitos, artefatos. O yorubá perpassa todos esses saberes, como um fio de linguagem que acende, organiza e mantém a comunicação dos membros dessa comunidade. A pesquisa também nos mostrou que o conhecimento dessas culturas, incluindo uma de suas línguas, pode sugerir pistas para o ensino de história da África, bem como diminuir a intolerância religiosa nas escolas. 2015 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27540282010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Num.62 Vol.20
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