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| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação
2018
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| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27554785066 |
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Table des matières:
- Figuras da crise: cidades e educação Paola Basso Menna Barreto Gomes Zordan Marcio Tascheto da Silva Educación velocizado biopolítica subjetividade aceleracionismo Antonio Negri e Michael Hardt trazem quatro figuras da crise econômico-antropológica: o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado, mostras da subjetividade no contexto do biocapitalismo cognitivo. Essas figuras tipológicas são apresentadas no presente texto com o intuito de mostrar efeitos concretos da educação política e das dinâmicas urbanas, com ênfase para a subjetivação moderna das cidades. A partir do que Deleuze e Guattari delineiam como “tipo psicossocial”, trazemos a figura do velocizado, esta transversal a todas as outras, que mostra o problema da “corrida” por produção e da circulação acelerada no mundo contemporâneo. E, pelo lado anverso, a hipótese aceleracionista de reexistência e outras configurações educacionais e urbanas possíveis como alternativas imanentes à velocização. 2018 artículo científico 1413-2478 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=27554785066 10.1590/S1413-24782018230099 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=275 Revista Brasileira de Educação application/pdf Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação Revista Brasileira de Educação (Brasil) Vol.23