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Bibliographic Details
Main Author: Méri Vanessa Elias
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Conselho Federal de Psicologia 2013
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=282028779017
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Table of Contents:
  • Idosos em Experimentação no Circuito Urbano: Relato de uma Experiência Méri Vanessa Elias Sidineia Aparecida Pizzeti Danielle Jardim Barreto Psicología Idosos Modo de vida Integração social Qualidade de vida Este artigo apresenta o relato de uma experiência realizada ao longo de dois anos com idosos frequentadores de um centro de convivência. A partir da inserção na instituição e da análise crítica acerca Idosos em Experimentação no Circuito Urbano: Relato de uma Experiência Méri Vanessa Elias, Sidineia Aparecida Pizzeti & Danielle Jardim Barreto Este trabalho constitui-se de considerações provenientes de atividades de Estágio Supervisionado Curricular Obrigatório Básico (ESCO), realizado durante dois anos, em um centro de convivência de cunho público localizado em uma cidade no interior do Paraná. A proposta de intervenção organizou-se a partir de nosso transitar no território institucional e, principalmente, nas afetações produzidas durante esse percurso. Na instituição, percebemos uma forma de estar no mundo peculiar no que concerne o envelhecer como nos é proposto na contemporaneidade, pois os utentes apresentavam, em seus relatos, a conformação com a ideia de envelhecimento como sinônimo de fim de linha. É como se, de forma análoga, nos deparássemos com trens à beira de precipícios, para os quais a única possibilidade existente fosse o abismo. Notamos que a participação nas atividades propostas no centro de convivência nem sempre era autônoma, parecendo haver certa cobrança de obrigatoriedade por parte dos agentes institucionais. Maia, Castro e Jordão (2010) comungam dessas acepções ao pontuarem, em um relato de experiência realizado em um asilo, que os primeiros contatos com os usuários dos serviços prestados pela instituição geraram um sentimento de estranhamento, posto dos agenciamentos subjetivos engendrados no ambiente institucional, surgiu a necessidade de pensar sobre uma modalidade diferenciada de atendimento à demanda dessa população. Propôs-se a construção de um espaço de circulação por outros territórios bem como o encontrar-se em experimentações jamais imaginadas. Assim, tal anseio se materializou sob a forma de oficinas de passeios, realizadas por circuitos urbanos, visando-se a criar espaços de ressignificação. Os resultados atingidos mostraram que os idosos atendidos na oficina passaram a perceber que podem transcender o dado e experenciar, como sujeitos, o ato dos povos nômades: existir em um constante movimento de se desterritorializar e se reterritorializar, enfim, viver a humanidade naquilo que ela tem de singular: a possibilidade de, a cada novo dia, se reinventar. 2013 artículo científico 1414-9893 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=282028779017 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2820 Psicologia Ciência e Profissão application/pdf Conselho Federal de Psicologia Psicologia Ciência e Profissão (Brasil) Num.3 Vol.33