REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE CORPO APÓS O ADOECIMENTO POR CÂNCER NA PRÓSTATA
Fuente:
Redalyc
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| Auteur principal: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade Estadual de Maringá
2017
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|---|---|
| author | Alberto Mesaque Martins |
| author_facet | Alberto Mesaque Martins |
| contents | REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE CORPO APÓS O ADOECIMENTO POR CÂNCER NA PRÓSTATA Alberto Mesaque Martins Adriano Roberto Afonso do Nascimento Psicología masculinidade Câncer na próstata representação social O estudo tem como objetivo identificar e analisar as Representações Sociais de corpo para homens após o adoecimento por câncer na próstata. Foram realizadas entrevistas narrativas com oito homens com idade entre 50 e 70 anos, diagnosticados com câncer na próstata e que realizaram tratamento oncológico há pelo menos um ano. As entrevistas foram gravadas, transcritas e analisadas por meio da Abordagem Fenomenológica Interpretativa. Os resultados apontam que antes do adoecimento, os participantes representavam seus corpos como fortes, resistentes e saudáveis, tendo no modelo de masculinidade hegemônica um importante ponto de ancoragem para estas representações. A ausência de sintomas que provocassem desconfortos corporais contribuiu para a percepção de corpo saudável. A busca por serviços de saúde somente ocorreu após a manifestação e agravamentos dos primeiros sintomas, que limitaram suas ações diárias e alteraram o seu cotidiano. O adoecimento por câncer na próstata e as propostas de tratamento oncológico, em especial, a prostatectomia, foram destacados pelos participantes como uma experiência marcante e produtora de grande desconforto físico e psicológico. Após o adoecimento, os homens passaram a representar os seus corpos como frágeis, doentes e debilitados. Os entrevistados chamam a atenção para o impacto das transformações corporais, especialmente aquelas relacionadas às disfunções sexuais e urológicas, nos modos de pensar, sentir e agir, em relação à própria masculinidade. Nesse sentido, as limitações impostas pelo adoecimento e tratamento oncológico se contrapõem ao modelo de masculinidade hegemônica, favorecendo o sentimento de ser menos homem do que antes do adoecimento. 2017 artículo científico 1413-7372 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=287176493009 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=2871 Psicologia em Estudo application/pdf Universidade Estadual de Maringá Psicologia em Estudo (Brasil) Num.3 Vol.22 |
| format | Artículo científico |
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| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2017 |
| publisher | Universidade Estadual de Maringá |
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