Receptores da dopamina e esquizofrenia

Fuente: Redalyc
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Main Author: Jorge Pinto Correia
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Sociedade Portuguesa de Psicossomática 2002
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author Jorge Pinto Correia
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contents Receptores da dopamina e esquizofrenia Jorge Pinto Correia Alexandra Sousa JM Soares-Fortunato Psicología Palavras Dopamina chave: Esquizofrenia Receptores dopaminérgicos As diversas acções fisiológicas dadopamina são mediadas por cinco receptoresligados a proteínas G. Dentro dos receptoresdopaminérgicos considera-se aexistência de dois grupos: os receptores dotipo D1 (D1 e D5) e os do tipo D2 (D2, D3 eD4). Os primeiros estão ligados a proteínasGs e activam a adenil-cíclase, conduzindoao aumento dos níveis de cAMP, enquantoque os últimos estão associados aproteínas Gi, que inibem esta enzima, eactivam também canais de potássio.Existem diversas variantes de cadareceptor resultantes da ocorrência de"splincing" alternativo, da existência depseudogenes e polimorfismos, dos genesque codificam estas proteínas. Porém, amaior parte destas variantes correspondea receptores não-funcionais e inactivos.Os receptores da dopamina no SNC,são difusamente expressos e estão envolvidosno controlo da locomoção, nacognição, nas emoções e afectividade, e nasecreção neuroendócrina. A esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica,caracterizada por perturbaçõesdo pensamento, da percepção, da actividadesocial, dos sentimentos e do comportamentomotor, que normalmente surgeno fim da adolescência ou no início daidade adulta. A dopamina está desde hámuito relacionada com esta doença, de talforma que o tratamento da esquizofreniapassa pelo bloqueio dos receptores tipo D2.Contudo, os fármacos utilizados estão, porum lado, relacionados com efeitos lateraisextremamente desagradáveis, e por outro,nem sempre são eficazes. Daí que seja importanteo estudo dos receptores dopaminérgicose sua farmacologia, para que sejamdescobertos fármacos com menos efeitoslaterais, e mais eficazes no tratamentodesta doença. 2002 artículo científico 0874-4696 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28740210 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=287 Revista Portuguesa de Psicossomática application/pdf Sociedade Portuguesa de Psicossomática Revista Portuguesa de Psicossomática (Portugal) Num.2 Vol.4
format Artículo científico
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institution Redalyc
language pt
publishDate 2002
publisher Sociedade Portuguesa de Psicossomática
spellingShingle Receptores da dopamina e esquizofrenia
Jorge Pinto Correia
Psicología
Palavras
Dopamina
chave: Esquizofrenia
Receptores dopaminérgicos
Receptores da dopamina e esquizofrenia Jorge Pinto Correia Alexandra Sousa JM Soares-Fortunato Psicología Palavras Dopamina chave: Esquizofrenia Receptores dopaminérgicos As diversas acções fisiológicas dadopamina são mediadas por cinco receptoresligados a proteínas G. Dentro dos receptoresdopaminérgicos considera-se aexistência de dois grupos: os receptores dotipo D1 (D1 e D5) e os do tipo D2 (D2, D3 eD4). Os primeiros estão ligados a proteínasGs e activam a adenil-cíclase, conduzindoao aumento dos níveis de cAMP, enquantoque os últimos estão associados aproteínas Gi, que inibem esta enzima, eactivam também canais de potássio.Existem diversas variantes de cadareceptor resultantes da ocorrência de"splincing" alternativo, da existência depseudogenes e polimorfismos, dos genesque codificam estas proteínas. Porém, amaior parte destas variantes correspondea receptores não-funcionais e inactivos.Os receptores da dopamina no SNC,são difusamente expressos e estão envolvidosno controlo da locomoção, nacognição, nas emoções e afectividade, e nasecreção neuroendócrina. A esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica,caracterizada por perturbaçõesdo pensamento, da percepção, da actividadesocial, dos sentimentos e do comportamentomotor, que normalmente surgeno fim da adolescência ou no início daidade adulta. A dopamina está desde hámuito relacionada com esta doença, de talforma que o tratamento da esquizofreniapassa pelo bloqueio dos receptores tipo D2.Contudo, os fármacos utilizados estão, porum lado, relacionados com efeitos lateraisextremamente desagradáveis, e por outro,nem sempre são eficazes. Daí que seja importanteo estudo dos receptores dopaminérgicose sua farmacologia, para que sejamdescobertos fármacos com menos efeitoslaterais, e mais eficazes no tratamentodesta doença. 2002 artículo científico 0874-4696 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28740210 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=287 Revista Portuguesa de Psicossomática application/pdf Sociedade Portuguesa de Psicossomática Revista Portuguesa de Psicossomática (Portugal) Num.2 Vol.4
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