Risco psiquiátrico na puberdade adiantada
Fuente:
Redalyc
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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Sociedade Portuguesa de Psicossomática
2003
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| _version_ | 1876448958632427520 |
|---|---|
| author | Raquel Q. Lima |
| author_facet | Raquel Q. Lima |
| contents | Risco psiquiátrico na puberdade adiantada Raquel Q. Lima Dulce Soeiro Luísa Confraria Celeste Malpique Psicología Depressão Risco Psiquiátrico Puberdade adiantada Objectivos: Verificar se a puberdade adiantadaé um factor de risco psiquiátrico paraa depressão e perturbações do comportamentoalimentar analisando as seguintes variáveis:reacção da menina com puberdade adiantadaà menarca e às transformações corporais,desvios do índice de massa corporal, tipo derelação mãe-filha, qualidade do apoio paternoe estrutura familiar.Metodologia: Estudo analítico de umaamostra de 46 adolescentes do sexo femininocom idades ≥11 e ≤16 anos que apresentaramuma puberdade adiantada (menarca entre os8 e os 11 anos), através da utilização do Inventáriode Depressão para Crianças, da Escala deAuto-conceito para Crianças, do Teste deMachover e de uma entrevista semi-estruturadacom a mãe; comparação de 37 destas meninascom 11-14 anos com uma amostra clínicade 31 meninas com 10-14 anos, escolhidas aleatoriamentequanto à idade da menarca.Resultados e Conclusões: As adolescentescom puberdade adiantada são mais vulneráveisà sintomatologia depressiva (p=0,001),tendem a apresentar um baixo auto-conceito(p=0,021) com uma percepção mais negativaacerca do seu comportamento (p=0,003), estatutointelectual (p=0,052), aparência física(p=0,010) e desenvolvimento físico se comparadocom o dos pares (p=0,009). A maioriadestas adolescentes apresenta uma má aceitaçãoda menarca (56,5%), o que se correlacionacom as mães superprotectoras e dominadoras(p=0,006), cuja aceitação da menarcadas filhas é igualmente má (p=0,013). As adolescentesdas famílias em que o pai está presenteexpressam com maior frequência (p=0,006)o sentimento de ter um desenvolvimento físicosemelhante aos pares. Não foi encontrada correlaçãoentre os desvios do índice de massa corporal(IMC) e a imagem corporal. 2003 artículo científico 0874-4696 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28750203 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=287 Revista Portuguesa de Psicossomática application/pdf Sociedade Portuguesa de Psicossomática Revista Portuguesa de Psicossomática (Portugal) Num.2 Vol.5 |
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