Educação ambiental como política pública

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Marcos Sorrentino
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade de São Paulo 2005
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author Marcos Sorrentino
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contents Educação ambiental como política pública Marcos Sorrentino Rachel Trajber Patrícia Mendonça Luiz Antonio Ferraro Junior Educación Educação ambiental – Políticas públicas – Sociedade civil – Ambientalismo A educação ambiental surge como uma das possíveis estratégiaspara o enfrentamento da crise civilizatória de dupla ordem, cultural esocial. Sua perspectiva crítica e emancipatória visa à deflagração deprocessos nos quais a busca individual e coletiva por mudanças culturaise sociais estão dialeticamente indissociadas. A articulação deprincípios de Estado e comunidade, sob a égide da comunidade,coloca o Estado como parceiro desta no processo de transformaçãodo status quo situado, segundo Boaventura de Souza Santos, comoum “novíssimo movimento social”. A tal Estado cumpre o papel defortalecer a sociedade civil como sede da superestrutura. No campoambiental, o Estado tem crescido em termos de marcos regulatóriossem uma capacidade operacional que condiga com a demanda emvista da redução do Estado (década de 1990) e da ausência de reformasque não sejam a do Estado mínimo. À educação ambiental cumpre,portanto, contribuir com o processo dialético Estado-sociedadecivil que possibilite uma definição das políticas públicas a partir dodiálogo. Nesse sentido, a construção da educação ambiental comopolítica pública, implementada pelo Ministério da Educação e Cultura(MEC) e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), implica processosde intervenção direta, regulamentação e contratualismo que fortalecema articulação de diferentes atores sociais (nos âmbitos formal enão formal da educação) e sua capacidade de desempenhar gestãoterritorial sustentável e educadora, formação de educadoresambientais, educomunicação socioambiental e outras estratégias quepromovam a educação ambiental crítica e emancipatória. As políticaspúblicas em educação ambiental implicarão uma crescente capacidadedo Estado de responder, ainda que com mínima intervençãodireta, às demandas que surgem do conjunto articulado de instituiçõesatuantes na educação ambiental crítica e emancipatória. 2005 artículo científico 1517-9702 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29831210 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=298 Educação e Pesquisa application/pdf Universidade de São Paulo Educação e Pesquisa (Brasil) Num.2 Vol.31
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Marcos Sorrentino
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Educação ambiental – Políticas públicas – Sociedade civil – Ambientalismo
Educação ambiental como política pública Marcos Sorrentino Rachel Trajber Patrícia Mendonça Luiz Antonio Ferraro Junior Educación Educação ambiental – Políticas públicas – Sociedade civil – Ambientalismo A educação ambiental surge como uma das possíveis estratégiaspara o enfrentamento da crise civilizatória de dupla ordem, cultural esocial. Sua perspectiva crítica e emancipatória visa à deflagração deprocessos nos quais a busca individual e coletiva por mudanças culturaise sociais estão dialeticamente indissociadas. A articulação deprincípios de Estado e comunidade, sob a égide da comunidade,coloca o Estado como parceiro desta no processo de transformaçãodo status quo situado, segundo Boaventura de Souza Santos, comoum “novíssimo movimento social”. A tal Estado cumpre o papel defortalecer a sociedade civil como sede da superestrutura. No campoambiental, o Estado tem crescido em termos de marcos regulatóriossem uma capacidade operacional que condiga com a demanda emvista da redução do Estado (década de 1990) e da ausência de reformasque não sejam a do Estado mínimo. À educação ambiental cumpre,portanto, contribuir com o processo dialético Estado-sociedadecivil que possibilite uma definição das políticas públicas a partir dodiálogo. Nesse sentido, a construção da educação ambiental comopolítica pública, implementada pelo Ministério da Educação e Cultura(MEC) e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), implica processosde intervenção direta, regulamentação e contratualismo que fortalecema articulação de diferentes atores sociais (nos âmbitos formal enão formal da educação) e sua capacidade de desempenhar gestãoterritorial sustentável e educadora, formação de educadoresambientais, educomunicação socioambiental e outras estratégias quepromovam a educação ambiental crítica e emancipatória. As políticaspúblicas em educação ambiental implicarão uma crescente capacidadedo Estado de responder, ainda que com mínima intervençãodireta, às demandas que surgem do conjunto articulado de instituiçõesatuantes na educação ambiental crítica e emancipatória. 2005 artículo científico 1517-9702 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29831210 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=298 Educação e Pesquisa application/pdf Universidade de São Paulo Educação e Pesquisa (Brasil) Num.2 Vol.31
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