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1. Verfasser: Márcia Ondina Vieira Ferreira
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade de São Paulo 2006
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Online-Zugang:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29832202
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author Márcia Ondina Vieira Ferreira
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contents Somos todos trabalhadores em Educação? Reflexões sobre identidades docentes desde a perspectiva de sindicalistas Márcia Ondina Vieira Ferreira Educación Trabalho docente – Sindicalismo docente – Identidade docente – Trabalhadores em Educação O trabalho discute implicações do fenômeno da sindicalizaçãodocente sobre as identidades da categoria, em especial ao considerar-se o alegado processo de proletarização e a inclusão defuncionários nas entidades sindicais docentes. Baseia seus argumentosem duas pesquisas realizadas com sindicalistas do CPERS/SINDICATO (Centro dos Professores do Estado do Rio Grande doSul – Sindicato dos Trabalhadores em Educação), que apresentamdiferentes graus de participação na hierarquia política da organização.O referencial teórico recupera a gênese da escola e dadocência, abordando duas de suas mais significativas imagens:trabalho feminino e proletarizado. Discorre sobre a sindicalizaçãodocente no Brasil, fenômeno que se oficializa a partir da promulgaçãoda Constituição de 1988, mas que se consolida anteriormentea isso: durante as lutas por liberdades democráticas nocontexto ditatorial. A análise revela uma variedade de posições,entre os sindicalistas, sobre a identidade dos docentes com relaçãoà sua condição de trabalhadores em Educação ou de profissionais,ainda que um traço unificador seja a ausência de mençãoàs modificações no processo de trabalho docente para justificar aproletarização. Também há concordância quanto ao aspecto instrumentaldas filiações, isto é, que a maior parte das pessoas sefilia para obter vantagens pessoais. Nas conclusões, aponta-separa o caráter híbrido das atuais identidades docentes. Tambémse propõe para análise o fato de que, embora o termo ‘trabalhadoresem Educação’ pudesse indicar uma diluição do professoradonos demais segmentos que atuam na escola, é perceptível ooposto, sendo os funcionários subsumidos na categoria docente. 2006 artículo científico 1517-9702 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29832202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=298 Educação e Pesquisa application/pdf Universidade de São Paulo Educação e Pesquisa (Brasil) Num.2 Vol.32
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publishDate 2006
publisher Universidade de São Paulo
spellingShingle Somos todos trabalhadores em Educação? Reflexões sobre identidades docentes desde a perspectiva de sindicalistas
Márcia Ondina Vieira Ferreira
Educación
Trabalho docente – Sindicalismo docente – Identidade docente – Trabalhadores em Educação
Somos todos trabalhadores em Educação? Reflexões sobre identidades docentes desde a perspectiva de sindicalistas Márcia Ondina Vieira Ferreira Educación Trabalho docente – Sindicalismo docente – Identidade docente – Trabalhadores em Educação O trabalho discute implicações do fenômeno da sindicalizaçãodocente sobre as identidades da categoria, em especial ao considerar-se o alegado processo de proletarização e a inclusão defuncionários nas entidades sindicais docentes. Baseia seus argumentosem duas pesquisas realizadas com sindicalistas do CPERS/SINDICATO (Centro dos Professores do Estado do Rio Grande doSul – Sindicato dos Trabalhadores em Educação), que apresentamdiferentes graus de participação na hierarquia política da organização.O referencial teórico recupera a gênese da escola e dadocência, abordando duas de suas mais significativas imagens:trabalho feminino e proletarizado. Discorre sobre a sindicalizaçãodocente no Brasil, fenômeno que se oficializa a partir da promulgaçãoda Constituição de 1988, mas que se consolida anteriormentea isso: durante as lutas por liberdades democráticas nocontexto ditatorial. A análise revela uma variedade de posições,entre os sindicalistas, sobre a identidade dos docentes com relaçãoà sua condição de trabalhadores em Educação ou de profissionais,ainda que um traço unificador seja a ausência de mençãoàs modificações no processo de trabalho docente para justificar aproletarização. Também há concordância quanto ao aspecto instrumentaldas filiações, isto é, que a maior parte das pessoas sefilia para obter vantagens pessoais. Nas conclusões, aponta-separa o caráter híbrido das atuais identidades docentes. Tambémse propõe para análise o fato de que, embora o termo ‘trabalhadoresem Educação’ pudesse indicar uma diluição do professoradonos demais segmentos que atuam na escola, é perceptível ooposto, sendo os funcionários subsumidos na categoria docente. 2006 artículo científico 1517-9702 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29832202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=298 Educação e Pesquisa application/pdf Universidade de São Paulo Educação e Pesquisa (Brasil) Num.2 Vol.32
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