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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade de São Paulo
2018
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29858802082 https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/ https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/html/ https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/29858802082.epub https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/movil |
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Table des matières:
- Os desafios e limites da inserção dos bolsistas do PIBIC – Ensino Médio no campo acadêmico Adriano de Oliveira Lucídio Bianchetti Educación EM PIBIC Orientação Campo acadêmico Relação educação básica e superior Neste artigo, derivado de uma pesquisa de doutorado, analisamos o processo de concretização e recontextualização do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio (PIBIC-EM) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio de entrevistas com bolsistas, orientadores e coorientadores. Para a compreensão da praxis dos orientadores, dos grupos de pesquisa e dos bolsistas, foram decisivos os conceitos de habitus, intelectual coletivo e campo acadêmico oriundos das reflexões de Bourdieu. Além disso, utilizamos o conceito de zona de desenvolvimento proximal, de Vygotsky, salientando a importância da interação de sujeitos em fases distintas de aprendizagem no campo acadêmico. No decorrer da análise, apontamos os limites e as possibilidades desse processo de inserção dos bolsistas no PIBIC-EM. A praxis dos orientadores e grupos de pesquisa foi decisiva para a formação inicial do pesquisador no Ensino Médio, a partir de questões como: escrita de projetos; escolha do tema de pesquisa; coleta de dados e análise do objeto de pesquisa; preparação para apresentação em seminários de iniciação científica; despertar dos bolsistas para a carreira acadêmica. Porém, evidenciaram-se limitadores: a terceirização da orientação para grupos de pesquisa e/ou graduandos e pós--graduandos; o predomínio de orientações virtuais; a inexperiência e a reduzida formação dos (co)orientadores para essa função; o excesso de atividades a que estão submetidos os orientadores na universidade. Esse contexto aponta a necessidade de programas de formação de orientadores para atuar na especificidade da Educação Básica. 2018 artículo científico 1517-9702 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=29858802082 https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/ https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/html/ https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/29858802082.epub https://www.redalyc.org/journal/298/29858802082/movil 10.1590/S1678-4634201844168239 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=298 Educação e Pesquisa application/pdf Universidade de São Paulo Educação e Pesquisa (Brasil) Vol.44