O corpo encontra Apolo e Dionísio: potências e fragilidades

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1. Verfasser: Vilene Moehlecke
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade de São Paulo 2008
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author Vilene Moehlecke
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contents O corpo encontra Apolo e Dionísio: potências e fragilidades Vilene Moehlecke Tania Mara Galli Fonseca Psicología Arte Corpo Estética Conhecimento Pretendemos problematizar o corpo que não agüenta mais e suas relações com a estética. Primeiramente, pensamos a dimensão apolíneo-dionisíaca da Arte, como refere Nietzsche. Assim, Apolo nos remete às belas formas, à técnica na dança, enquanto Dionísio significa a embriaguez, os riscos e as intensidades. A dança contemporânea se faz a partir do entrelaçamento entre ambos, potencializando os paradoxos do corpo. Nesse sentido, não agüentar mais exprime uma potência do corpo, uma capacidade de não agüentar mais as velhas formas e produzir novas alterações. Ítalo Calvino pensa a literatura como composição de novas expressividades. Então, o corpo que escreve pode não agüentar mais as velhas palavras para criar novos sentidos e novas linguagens. Por fim, discutimos o quanto as práticas psi estão buscando não agüentar mais as próprias durezas, as antigas verdades, os mesmos fazeres, para compor novas intervenções e novos conhecimentos. 2008 artículo científico 0103-6564 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=305123728007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3051 Psicologia USP application/pdf Universidade de São Paulo Psicologia USP (Brasil) Num.3 Vol.19
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O corpo encontra Apolo e Dionísio: potências e fragilidades Vilene Moehlecke Tania Mara Galli Fonseca Psicología Arte Corpo Estética Conhecimento Pretendemos problematizar o corpo que não agüenta mais e suas relações com a estética. Primeiramente, pensamos a dimensão apolíneo-dionisíaca da Arte, como refere Nietzsche. Assim, Apolo nos remete às belas formas, à técnica na dança, enquanto Dionísio significa a embriaguez, os riscos e as intensidades. A dança contemporânea se faz a partir do entrelaçamento entre ambos, potencializando os paradoxos do corpo. Nesse sentido, não agüentar mais exprime uma potência do corpo, uma capacidade de não agüentar mais as velhas formas e produzir novas alterações. Ítalo Calvino pensa a literatura como composição de novas expressividades. Então, o corpo que escreve pode não agüentar mais as velhas palavras para criar novos sentidos e novas linguagens. Por fim, discutimos o quanto as práticas psi estão buscando não agüentar mais as próprias durezas, as antigas verdades, os mesmos fazeres, para compor novas intervenções e novos conhecimentos. 2008 artículo científico 0103-6564 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=305123728007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3051 Psicologia USP application/pdf Universidade de São Paulo Psicologia USP (Brasil) Num.3 Vol.19
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