Marguerite Duras e a escritura do feminino

Fuente: Redalyc
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Main Author: Isabel Fortes
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade São Marcos 2007
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author Isabel Fortes
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contents Marguerite Duras e a escritura do feminino Isabel Fortes Psicología todo castração Feminilidade lógica do não Marguerite Duras O artigo desenvolve algumas questões sobre o encontro possível entre psicanálise e literatura. A partir da obra de Marguerite Duras, podemos alargar a reflexão teórica sobre a questão do feminino na teoria psicanalítica, especificamente da forma como é desenvolvida nas teorias de Freud e de Lacan. Se na psicanálise o feminino está circunscrito ao campo do indizível, à falta de um significante que lhe seja próprio, o texto literário de Duras aproxima-se de uma escritura possível do feminino. Assim, se na teoria psicanalítica o feminino é o impossível de ser dito/escrito, na literatura testemunhamos como Marguerite Duras vai mais além em relação a esses dois autores, pelo menos no que diz respeito à possibilidade de escrever o feminino. 2007 artículo científico 1415-1138 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=30711302011 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=307 Psychê application/pdf Universidade São Marcos Psychê (Brasil) Num.21 Vol.XI
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2007
publisher Universidade São Marcos
spellingShingle Marguerite Duras e a escritura do feminino
Isabel Fortes
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Feminilidade
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Marguerite Duras
Marguerite Duras e a escritura do feminino Isabel Fortes Psicología todo castração Feminilidade lógica do não Marguerite Duras O artigo desenvolve algumas questões sobre o encontro possível entre psicanálise e literatura. A partir da obra de Marguerite Duras, podemos alargar a reflexão teórica sobre a questão do feminino na teoria psicanalítica, especificamente da forma como é desenvolvida nas teorias de Freud e de Lacan. Se na psicanálise o feminino está circunscrito ao campo do indizível, à falta de um significante que lhe seja próprio, o texto literário de Duras aproxima-se de uma escritura possível do feminino. Assim, se na teoria psicanalítica o feminino é o impossível de ser dito/escrito, na literatura testemunhamos como Marguerite Duras vai mais além em relação a esses dois autores, pelo menos no que diz respeito à possibilidade de escrever o feminino. 2007 artículo científico 1415-1138 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=30711302011 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=307 Psychê application/pdf Universidade São Marcos Psychê (Brasil) Num.21 Vol.XI
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