O ser-para-a-morte em Ópera dos mortos, de Autran Dourado

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1. Verfasser: Evely Vânia Libanori
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Estadual de Maringá 2007
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author Evely Vânia Libanori
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contents O ser-para-a-morte em Ópera dos mortos, de Autran Dourado Evely Vânia Libanori Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) ser para morte Ópera dos mortos consciência da morte O objetivo do artigo é levantar os diversos índices relativos à morte que, em Ópera dos mortos, de Autran Dourado, explicitam o ser-para-a-morte tal como foi estudado por Martin Heidegger em Ser e tempo. Nesse romance, Rosalina, a personagem principal, vive enclausurada no sobrado sem contato com outras pessoas além de Quiquina, a serviçal muda. Rosalina vive em permanente reverência aos mortos antepassados com o objetivo de manter o desprezo e o ódio que o pai sentia pelos habitantes do pequeno povoado em que moravam. A recusa da personagem em romper os valores familiares faz de sua vida uma trajetória em que tudo é carência e desolação. Uma vez que a personagem repete modelos de comportamento e recusa a fazer de si um ser original, a morte alcança Rosalina ainda em vida. Neste sentido, a vida resume-se em ser-para-a-morte e consiste em uma tarefa extenuante de riscos imprevisíveis. 2007 artículo científico 1679-7361 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=307324783003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3073 Acta Scientiarum. Human and Social Sciences application/pdf Universidade Estadual de Maringá Acta Scientiarum. Human and Social Sciences (Brasil) Num.1 Vol.29
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O ser-para-a-morte em Ópera dos mortos, de Autran Dourado Evely Vânia Libanori Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) ser para morte Ópera dos mortos consciência da morte O objetivo do artigo é levantar os diversos índices relativos à morte que, em Ópera dos mortos, de Autran Dourado, explicitam o ser-para-a-morte tal como foi estudado por Martin Heidegger em Ser e tempo. Nesse romance, Rosalina, a personagem principal, vive enclausurada no sobrado sem contato com outras pessoas além de Quiquina, a serviçal muda. Rosalina vive em permanente reverência aos mortos antepassados com o objetivo de manter o desprezo e o ódio que o pai sentia pelos habitantes do pequeno povoado em que moravam. A recusa da personagem em romper os valores familiares faz de sua vida uma trajetória em que tudo é carência e desolação. Uma vez que a personagem repete modelos de comportamento e recusa a fazer de si um ser original, a morte alcança Rosalina ainda em vida. Neste sentido, a vida resume-se em ser-para-a-morte e consiste em uma tarefa extenuante de riscos imprevisíveis. 2007 artículo científico 1679-7361 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=307324783003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3073 Acta Scientiarum. Human and Social Sciences application/pdf Universidade Estadual de Maringá Acta Scientiarum. Human and Social Sciences (Brasil) Num.1 Vol.29
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