O discurso sobre a vadiagem na Praça da sé (SP)

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Main Author: Beatriz Ferraz Diniz
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Associação Brasileira de Psicologia Social 2016
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author Beatriz Ferraz Diniz
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contents O discurso sobre a vadiagem na Praça da sé (SP) Beatriz Ferraz Diniz Psicología estigma Vadiagem trabalho psicologia social do trabalho Este artigo apresenta uma pesquisa de mestrado que buscou investigar se o discurso acerca da vadiagem está presente entre os frequentadores da Praça da Sé (SP), em relação àqueles que se “deixam ficar” nas imediações do logradouro em período comercial dos dias úteis. A realização de um trabalho de campo, de cunho etnográfico, na praça entre 2012 e 2013, aliado a uma análise documental de jornais sobre a temática, permitiu verificar a estigmatização de certa plêiade de pedestres que têm em comum o fato de sentar-se/deitar-se nas muretas ou no chão da praça. Neste cenário, a rua torna-se um espaço onde é preciso seguir certas regras de apresentação pública a fim de se discriminar daqueles que são vistos como “acomodados” que “não querem saber de trabalhar”. Conclui-se ainda a presença da norma salarial identificada na figura do trabalhador, em oposição à “viração” das classes pobres associada às representações de vadiagem. 2016 artículo científico 0102-7182 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=309346236015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3093 Psicologia & Sociedade application/pdf Associação Brasileira de Psicologia Social Psicologia & Sociedade (Brasil) Num.2 Vol.28
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O discurso sobre a vadiagem na Praça da sé (SP) Beatriz Ferraz Diniz Psicología estigma Vadiagem trabalho psicologia social do trabalho Este artigo apresenta uma pesquisa de mestrado que buscou investigar se o discurso acerca da vadiagem está presente entre os frequentadores da Praça da Sé (SP), em relação àqueles que se “deixam ficar” nas imediações do logradouro em período comercial dos dias úteis. A realização de um trabalho de campo, de cunho etnográfico, na praça entre 2012 e 2013, aliado a uma análise documental de jornais sobre a temática, permitiu verificar a estigmatização de certa plêiade de pedestres que têm em comum o fato de sentar-se/deitar-se nas muretas ou no chão da praça. Neste cenário, a rua torna-se um espaço onde é preciso seguir certas regras de apresentação pública a fim de se discriminar daqueles que são vistos como “acomodados” que “não querem saber de trabalhar”. Conclui-se ainda a presença da norma salarial identificada na figura do trabalhador, em oposição à “viração” das classes pobres associada às representações de vadiagem. 2016 artículo científico 0102-7182 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=309346236015 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3093 Psicologia & Sociedade application/pdf Associação Brasileira de Psicologia Social Psicologia & Sociedade (Brasil) Num.2 Vol.28
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