O processo histórico de inserção social da pessoa cega: da Antiguidade à Idade Média

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Ailton Barcelos da Costa
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal de Santa Maria 2018
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author Ailton Barcelos da Costa
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contents O processo histórico de inserção social da pessoa cega: da Antiguidade à Idade Média Ailton Barcelos da Costa Alessandra Daniele Messali Picharillo Vanessa Cristina Paulino Educación Cegueira Inserção Social História da Cegueira Entendendo que generalizações sobre a pessoa cega durante o processo histórico, podem ser tidas como insipientes, já que o conceito de deficiência se relaciona a uma infinidade de fatores, este relato teve o objetivo de discorrer sobre o processo histórico de inserção social da pessoa cega, nos períodos da Antiguidade Clássica, Antiguidade Oriental e Idade Média. Por um levantamento bibliográfico, percebeu-se inicialmente a limitação de referenciais, nacionais e internacionais, que versassem sobre a temática, motivo pelo qual a análise pautou-se, quase que somente, no volume de uma obra. Apresentou-se um panorama do período histórico da antiguidade no Egito, Mesopotâmia, China e Japão. Na antiguidade ocidental viu-se a Grécia e Roma. Além disso, a pessoa cega no mundo Islâmico mostra sua notável inserção social e educacional, bem diferente do que ocorreu na Idade Média europeia. Por fim, desvela-se sobre a cegueira na América Pré-Colombiana, com realidade muita próxima à do período Pré-Histórico. Notaram-se muitos contrastes, que vão desde as sociedades em que a morte e a mendicidade eram regras aplicadas aos cegos, às culturas como do Japão, onde existiram albergues e escolas para ensino de profissões a eles. Confirmou-se que, de fato, a concepção da pessoa cega durante o processo histórico varia de cultura para cultura, refletindo crenças, valores e ideologias, pelos quais são estabelecidos diferenciados modos de relacionamento entre esta e outras pessoas. 2018 artículo científico 1808-270X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892004 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/313158892004.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/movil https://doi.org/10.5902/1984686X24092 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3131 Revista Educação Especial application/pdf Universidade Federal de Santa Maria Revista Educação Especial (Brasil) Num.62 Vol.31
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O processo histórico de inserção social da pessoa cega: da Antiguidade à Idade Média Ailton Barcelos da Costa Alessandra Daniele Messali Picharillo Vanessa Cristina Paulino Educación Cegueira Inserção Social História da Cegueira Entendendo que generalizações sobre a pessoa cega durante o processo histórico, podem ser tidas como insipientes, já que o conceito de deficiência se relaciona a uma infinidade de fatores, este relato teve o objetivo de discorrer sobre o processo histórico de inserção social da pessoa cega, nos períodos da Antiguidade Clássica, Antiguidade Oriental e Idade Média. Por um levantamento bibliográfico, percebeu-se inicialmente a limitação de referenciais, nacionais e internacionais, que versassem sobre a temática, motivo pelo qual a análise pautou-se, quase que somente, no volume de uma obra. Apresentou-se um panorama do período histórico da antiguidade no Egito, Mesopotâmia, China e Japão. Na antiguidade ocidental viu-se a Grécia e Roma. Além disso, a pessoa cega no mundo Islâmico mostra sua notável inserção social e educacional, bem diferente do que ocorreu na Idade Média europeia. Por fim, desvela-se sobre a cegueira na América Pré-Colombiana, com realidade muita próxima à do período Pré-Histórico. Notaram-se muitos contrastes, que vão desde as sociedades em que a morte e a mendicidade eram regras aplicadas aos cegos, às culturas como do Japão, onde existiram albergues e escolas para ensino de profissões a eles. Confirmou-se que, de fato, a concepção da pessoa cega durante o processo histórico varia de cultura para cultura, refletindo crenças, valores e ideologias, pelos quais são estabelecidos diferenciados modos de relacionamento entre esta e outras pessoas. 2018 artículo científico 1808-270X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892004 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/313158892004.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892004/movil https://doi.org/10.5902/1984686X24092 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3131 Revista Educação Especial application/pdf Universidade Federal de Santa Maria Revista Educação Especial (Brasil) Num.62 Vol.31
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