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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Maria
2018
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892011 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/313158892011.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/movil https://doi.org/10.5902/1984686X29281 |
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Table of Contents:
- A criança com autismo na brinquedoteca: percursos de interação e linguagem Ivone Martins Oliveira Sonia Lopes Victor Educación Autismo Interação Linguagem Este artigo tem como objetivo apresentar os resultados de análises de um estudo de caso sobre modos de interação estabelecidos entre uma criança com autismo e os adultos em uma brinquedoteca. Apoia-se nos estudos de Lev Semenovitch Vigotski e Mikhail Bakhtin, que abordam o papel da linguagem na constituição da consciência e enfocam os processos de significação que subjazem aos processos interativos. A pesquisa de campo foi realizada em uma brinquedoteca universitária que atendia a crianças com e sem deficiência, uma vez por semana, durante quatro meses. Contou, para isso, com a participação de graduandos do Curso de Educação Física, docentes da universidade e uma psicóloga. Os dados foram registrados por meio de filmagens, gravações em áudio e anotações em diário de campo. Considerando os objetivos do estudo, enfocaram-se os processos interativos estabelecidos entre um menino com autismo de dois anos e oito meses, que não apresenta uma linguagem articulada, e duas pesquisadoras. As análises indicaram que a criança interage com adultos, utilizando recursos não verbais, por vezes sutis, em um curto intervalo de tempo, os quais são significados por eles, permitindo manter a interação e enriquecer as possibilidades de interlocução. O estudo conclui que, mesmo não tendo uma fala articulada, essa criança se constitui como um sujeito em condições de se posicionar de forma ativa e responsiva nos processos interativos estabelecidos com as pesquisadoras, nos quais o papel do adulto é fundamental, de forma a criar condições favoráveis à participação da criança no jogo dialógico. 2018 artículo científico 1808-270X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892011 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/313158892011.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892011/movil https://doi.org/10.5902/1984686X29281 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3131 Revista Educação Especial application/pdf Universidade Federal de Santa Maria Revista Educação Especial (Brasil) Num.62 Vol.31