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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Maria
2018
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892013 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/313158892013.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/movil https://doi.org/10.5902/1984686X29132 |
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Table of Contents:
- A lógica medicalizante nas políticas públicas de educação Kelly Cristina dos Santos Silva Carla Biancha Angelucci Educación Medicalização Educação Especial Política Pública Educacional São inúmeros os avanços das políticas educacionais brasileiras, entretanto, é possível observar a permanência da lógica medicalizante no ideário educacional e no espaço escolar, ao serem reduzidas questões de ordem social, econômica, política e educacional para o campo biomédico. O presente trabalho buscou compreender indícios dessa lógica medicalizante na política brasileira de Educação Especial a partir da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (2008), do Plano Nacional de Educação (2010) e do documento final da Conferência Nacional da Educação (2014), utilizando, para tanto, o paradigma indiciário de Ginzburg (1989). Os resultados revelam a existência de importantes discussões e a criação de estratégias de superação do preconceito contra grupos historicamente marginalizados, inclusive no concernente ao público-alvo da Educação Especial. Contudo, observa-se que a permanência da lógica medicalizante nos documentos analisados, dá-se, sobretudo, em relação às terminologias emprestadas do campo da Saúde, sendo inadequadas para definir aspetos relativos ao processo de escolarização. Assim, perpetua-se o deslocamento de questões de ordem política e institucional para aspectos individuais, medicalizando alunas/alunos, inclusive as/os que frequentam a Educação Especial. Entende-se como necessária a reconfiguração das relações entre os campos da Saúde e da Educação, permitindo a construção de práticas coletivas que possam discutir as problemáticas escolares a partir do diálogo e não da sobredeterminação da Saúde pela Educação. Isso implica, também, esforço da Educação para produzir formas de compreender as/os estudantes e seus processos ensino-aprendizagem fora do eixo patologia/normalidade, afirmando radicalmente a diversidade humana como princípio, meio e fim do trabalho educativo. 2018 artículo científico 1808-270X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158892013 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/313158892013.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158892013/movil https://doi.org/10.5902/1984686X29132 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3131 Revista Educação Especial application/pdf Universidade Federal de Santa Maria Revista Educação Especial (Brasil) Num.62 Vol.31