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| Auteur principal: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade Federal de Santa Maria
2019
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158902084 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/313158902084.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/movil https://doi.org/10.5902/1984686X37699 |
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Table des matières:
- Perfil acadêmico dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista matriculados no Ensino Superior Solange Cristina da Silva Daniela Ribeiro Schneider Erikson Kaszubowiski Adriano Henrique Nuernberg Educación Acessibilidade Ensino Superior Transtorno do Espectro Autista Este artigo objetiva mapear o perfil socioacadêmico dos estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados no ensino superior em 2016. Visa medir a proporção de ingresso, trancamento e cancelamento das matrículas no período de 2011 a 2016, por meio dos microdados do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). O estudo quantitativo se configura como uma pesquisa de levantamento de dados secundários, de natureza descritiva. Os estudantes com TEA que acessam o ensino superior têm idade de ingresso similar à dos neurotípicos (a moda de idade de ingresso em 2016 de ambos era de 18 anos). Esses estudantes, na sua maioria, entram por meio de vestibular (58%, n=359, sem imputação; 55%, n=817, com imputação), em Instituições de Ensino Superior (IES) privadas (59%, n=362, sem imputação; 75%, n=1.033, com imputação), em cursos presenciais (89%, n=546, sem imputação; 84%, n=1.149, com imputação), majoritariamente na área de Ciências Sociais, Negócios e Direito (25%, n=155, sem imputação; 32%, n=431, com imputação). Entre 2011 e 2016, o número de estudantes com TEA aumentou até 2013, com posterior redução e estabilização até 2016. A proporção de matrículas trancadas ou canceladas foi relativamente menor em comparação a estudantes neurotípicos. Ao se apresentar o perfil socioacadêmico dos estudantes com TEA no ensino superior, busca-se refletir sobre as barreiras e os facilitadores de acesso e permanência desses estudantes na graduação, contribuindo para o aprimoramento de ações e políticas públicas e para a bem-sucedida participação desse grupo no contexto educacional acadêmico. 2019 artículo científico 1808-270X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=313158902084 https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/html/ https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/313158902084.epub https://www.redalyc.org/journal/3131/313158902084/movil https://doi.org/10.5902/1984686X37699 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3131 Revista Educação Especial application/pdf Universidade Federal de Santa Maria Revista Educação Especial (Brasil) Vol.32