Salvato in:
| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Universidade de Brasília
2022
|
| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323175814006 https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/323175814006.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/movil https://doi.org/10.1590/2316-40186707 |
| Tags: |
Aggiungi Tag
Nessun Tag, puoi essere il primo ad aggiungerne!!
|
Sommario:
- Entre a eutopia e a outopia: testemunho, decolonialismo e uma antropologia do devir em Um rio sem fim, de Verenilde Pereira Rodrigo Simon de Moraes Lengua y Literatura Amazônia Um rio sem fim decolonialismo Verenilde Pereira antropologia do devir Apresentado como parte de uma dissertação de mestrado da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, o romance Um rio sem fim (1998), de Verenilde Pereira, para além de colocar em xeque as fronteiras que apartam o poético do discurso acadêmico-científico, logra construir um arcabouço decolonial sobre o qual se assenta uma posição de resistência às fantasias fundadoras da moderna ideia de utopia que, passados cinco séculos desde a chegada dos primeiros colonizadores, seguem vivas na região da Amazônia brasileira. No romance, o leitor depara com uma missão salesiana instalada no norte do estado do Amazonas, local que, comandado por um bispo italiano, vem a desnudar o que muitos talvez desconheçam ou prefiram ignorar: em algumas partes do Brasil ainda sobrevivem fantasias do Novo Mundo, sustentadas por ideais de modelos civilizatórios e racionalidades fundadas na perspectiva etnocêntrica. Sabendo que tais fantasias estão na raiz do sentido moderno de utopia e que a relação entre indivíduos e espaços é fundamental para a compreensão das subjetividades e relações sociais que se mostram na construção literária, parece-nos instigante e proveitoso observar e debater a maneira como o termo utopia se articula no interior de Um rio sem fim, com base nos desdobramentos originados nos deslizamentos propostos por Thomas Morus, entre eutopia, “o lugar onde tudo está bem”, e outopia, o “não lugar” ( ou = não +topos = lugar). Para tanto, lançamos mão de reflexões amparadas em uma antropologia do devir, em articulação com os conceitos de testemunho e decolonialidade. 2022 artículo científico 1518-0158 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323175814006 https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/323175814006.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323175814006/movil https://doi.org/10.1590/2316-40186707 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3231 Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea application/pdf Universidade de Brasília Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea (Brasil) Num.67