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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade de Brasília
2023
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323175818007 https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/323175818007.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/movil https://doi.org/10.1590/2316-40186907 |
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Table des matières:
- Experiências decoloniais: Graça Graúna, Mel Duarte, Gabz e Stephanie Borges Karine Aragão dos Santos Freitas Talita Rosetti Souza Mendes Lengua y Literatura indianidade poetry slam reexistência poesia contemporânea Experiências decoloniais Novos espaços de fala são novos espaços de escuta. Essa possibilidade de diálogo, associada à reconfiguração dos lugares cristalizados de fala (colonizador) e de escuta (colonizado), atravessa as discussões acerca do empoderamento de grupos que foram subalternizados em seus processos de autoafirmação, de autovalorização, de autorreconhecimento e de extravasamento de demandas sociais sufocadas. Ao percebermos o cenário contemporâneo como espaço de disputa, é importante que nos atentemos a que vozes têm sido silenciadas ao longo do tempo e ao que podemos fazer, a como podemos atuar para que elas se tornem verdadeiramente vocais, e não apenas visuais, não mais tratadas como objeto de estudo daqueles que, ao longo da história, dominaram o debate cultural para tentar explicar o mundo de um ponto de vista europeu, ou pretensamente europeu. Nesse sentido, a poesia indígena de Graça Graúna, caracterizada por sua indianidade e pela metáfora do corte-vínculo, e o poetry slam de Mel Duarte, Gabz e Stephanie Borges, repletos de escrevivências, de ancestralidades e de corporeidades, marcam a insurreição de um corpo — individual e coletivo — que busca a palavra como instrumento de luta e de empoderamento no caminho da decolonialidade. Para tais análises estéticas, serão utilizados poemas presentes nos livros Tear da palavra (2007), Querem nos calar: poemas para serem lidos em voz alta (2019), As 29 poetas hoje (2021) e no canal do YouTube do Slam Grito. 2023 artículo científico 1518-0158 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323175818007 https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/323175818007.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323175818007/movil https://doi.org/10.1590/2316-40186907 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3231 Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea application/pdf Universidade de Brasília Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea (Brasil) Num.69