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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade de Brasília
2025
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323180062001 https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/323180062001.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/movil |
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Table of Contents:
- A simbiose entre humano e não humano por meio da estética ecogótica pós-colonial de O colonizador, de G. G. Diniz Anne Quiangala Lengua y Literatura pós Diniz simbiose colonial Ecogótico Pela análise da novela O colonizador, de G. G. Diniz (2020a), discutimos a representação da simbiose entre humano-fungo e sua correspondência na realidade social latino-americana e caribenha marcada pela colonialidade do poder. A narrativa passa-se no futuro, em um planeta glacial usado pela mineradora Astra para extração de metais. Em meio à exploração, foram encontradas reminiscências de vida senciente, e, nas amostras de gelo recolhidas, havia bolhas de ar com traços de uma espécie desconhecida de fungo que seria reanimada e analisada pela equipe de exobiologia, composta apenas do Dr. Costa e de sua auxiliar, Jandira. Por meio da experiência persecutória dessa personagem, a narrativa explora o medo de contaminação na perspectiva de uma protagonista cujos marcadores sociais de diferença representam, para a cultura gótica tradicional, “desvios” raciais e de gênero tratados como “contagiosos”. Assim, Diniz (2020a), como autora brasileira contemporânea comprometida com a questão ambiental e social, atualiza aquela tradição ao tensionar a ansiedade sobre a relação entre humanos e “não humanos” e a ideia de natureza como fonte de horror. Desse movimento, emerge uma alternativa ao modelo exploratório de se relacionar com o outro total do humano. Para fundamentar essa discussão, baseamo-nos no pensamento de Ochy Curiel e Generoso (2020) para relacionar o conceito de colonialidade do poder ao extrativismo. Em seguida, contextualizamos os modos como o conceito de ecogótico pós-colonial é articulado em O colonizador como uma tecnologia discursiva que serve como antídoto à ecofobia de raiz colonialista 2025 artículo científico 1518-0158 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323180062001 https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/html/ https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/323180062001.epub https://www.redalyc.org/journal/3231/323180062001/movil 10.1590/2316-40187401 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3231 Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea application/pdf Universidade de Brasília Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea (Brasil) Num.74