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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Fundação Getulio Vargas
2011
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323227828006 |
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Sommario:
- Masculinidade e feminilidade na Ameas: holograma, ilhas de clareza ou uma selva desconhecida? Cintia Rodrigues de Oliveira Medeiros Valdir Machado Valadão Junior Administración y Contabilidad A análise de características atribuídas a determinados sujeitos e do modo como essas características são socialmente construídas tem se tornado comum nos estudos organizacionais.Os privilégios existentes em apenas parte das relações duais, como a relação feminino/ masculino, aparecem nos discursos e nas práticas organizacionais como neutro e natural. Porém, demarcam e definem a natureza do trabalho e de suas relações. Neste artigo, examinamos como as atribuições de masculinidade e feminilidade influenciam o significado de ser homem ou de ser mulher numa organização do terceiro setor. A organização em estudo vista como um padrão de significados, de valores e de comportamentos é analisada de três perspectivas (MARTIN, 2001), para que se possa compreender aspectos compartilhados, confrontados ou que sejam ambíguos quanto às atribuições de masculinidade e feminilidade. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, cujo delineamento é a pesquisa narrativa. A coleta de dados foi realizada por meio de documentos e de entrevistas semiestruturadas com membros da Associação Municipal de Entidades Assistenciais (Ameas). Os resultados apontam inconsistências, ambiguidades e contradições entre as narrativas dos fundadores encontradas nos documentos e as narrativas dos sujeitos da pesquisa sobre a prática organizacional 2011 artículo científico 1679-3951 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323227828006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3232 Cadernos EBAPE.BR application/pdf Fundação Getulio Vargas Cadernos EBAPE.BR (Brasil) Num.1 Vol.9