Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Fundação Getulio Vargas
2012
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323227833007 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
Table of Contents:
- A presença de agentes intermediadores na formação de redes interorganizacionais: uma análise sob a perspectiva temporal Julio Araujo Carneiro da Cunha João Luiz Passador Cláudia Souza Passador Administración y Contabilidad APL Governança de redes Agentes intermediadores Redes interorganizacionais Nos estudos sobre redes interorganizacionais, exist em esforços focados em entender a formação de redes , assunto esse que gera interesse dos formuladores de polític as públicas já que se busca no associativismo promo vido pelo Estado e pelas iniciativas privadas, substância para impulsionar o desenvolvimento local. Diante disso, o objetivo do estudo foi verificar, por meio da formalização do Ar ranjo Produtivo Local (APL) de calçados de Birigüi (SP), se a presença desses agentes é essencial para a formação da rede interorganizacional. Como sustentações teó ricas foram abordadas: a evolução temporal das redes; a Teoria Institucional aplicada às redes interorganizacionai s; o capital social presente nos laços de relacionamento; a presença de agentes intermediários como coordenadores na gover nança das redes. A estratégia de pesquisa adotada baseou-se em entrevistas com 32% dos gestores das empresas que participavam formalmente do APL e com uma gestora do agente intermediador, além de observação e análises de pesquisas prévias sobre a industrialização de Birigü i. Como resultados verificou-se haver um legado reg ional que sustenta uma base de know-how para a industrialização de calçados. No entanto, p ercebeu-se que os interesses dos participantes do APL eram predominantemente comerciai s, sem haver um nível de capital social e de instit ucionalização desenvolvidos a ponto de se criarem, de forma legít ima, associações provenientes de vontades das própr ias organizações. Sem esse ambiente institucional fortem ente construído na região, não se verificou um raci onal claro para o associativismo, havendo a percepção de que os gan hos oriundos da participação na rede são futuros. C oncluiu-se que a coordenação realizada por um agente intermedi ador tem poder de articulação limitado na formação de redes interorganizacionais se não existir uma institucion alização prévia que envolva, principalmente, valore s e normas de capital social. Sem esses pré-requisitos, o agente i ntermediador pode acabar por ter funções de governa nça para ações assessórias de redes. 2012 artículo científico 1679-3951 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323227833007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3232 Cadernos EBAPE.BR application/pdf Fundação Getulio Vargas Cadernos EBAPE.BR (Brasil) Num.1 Vol.10