Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Junta de Andalucía
2013
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323327674005 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
Table of Contents:
- Força muscular respiratória e pico de fluxo expiratório de pacientes com bronquiectasia submetidos à reabilitação respiratória B. Santos do Nascimento A. Maiworm S. Cader Medicina Bronquiectasia Pico de fluxo expiratório Força muscular respiratória Objetivo. Esta investigação teve por objetivo avaliar a força muscular respirató- ria e o pico de fluxo expiratório de pacientes com bronquiectasia submetidos a reabilitação respiratória. Método. Estudo clínico, experimental, no qual, ápós o crivo dos critério de in- clusão e exclusão, a amostra foi dividida, aleatoriamente, em: Grupo experi- mental (GE, n = 13, idade = 60 ± 14,86 anos) – os quais foram submetidos ao tratamento com reabilitação respiratória duas vezes por semana, com duração de 40 minutos por sessão, no período de 12 semanas e Grupo controle (GC, n = 13, idade = 58 ± 13,90 anos) - pacientes com tratamento conservador clínico, sem acompanhamento da fisioterapia, durante o período da pesquisa, pois fa- ziam parte de uma lista de espera para o atendimento. As variáveis dependen- tes do estudo foram a força muscular respiratória (pressão inspiratória máxima – Pimáx- pressão expiratória máxima – Pemáx) e o pico de fluxo expiratório (PFE), avaliados pelo manovacuômetro e pelo peak flow®, respectivamente. O nível de significância adotado foi de p < 0,05. Resultados. Na comparação intra-grupos, houve aumento significativo apenas nas variáveis do GE, a saber: Pimáx (∆= 18,08 cmH2O; p < 0,001); Pemáx (∆ = 12,31 cmH2O; p < 0,001) e PFE (∆ = 26,77 l/min; p = 0,016). Na comparação in- ter-grupos, houve aumento satisfatório, no pós-teste, no GE, em relação ao GC na Pimáx e Pemáx (p = 0,005). Conclusões. Desta forma, infere-se que o tratamento fisioterápico proposto influencia no aumento da força muscular respiratória e no pico de fluxo expira- tório de pacientes com bronquiectasia. 2013 artículo científico 1888-7546 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=323327674005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3233 Revista Andaluza de Medicina del Deporte application/pdf Junta de Andalucía Revista Andaluza de Medicina del Deporte (España) Num.2 Vol.6