A Formação do Capital Social na América Central: violência política, repressão, dor e perda
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Redalyc
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade Estadual de Campinas
2001
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| _version_ | 1876463807098781696 |
|---|---|
| author | John A. Booth |
| author_facet | John A. Booth |
| contents | A Formação do Capital Social na América Central: violência política, repressão, dor e perda John A. Booth Patricia Bayer Richard Política democratização América Central ativismo societal violência política A repressão do Estado procura dissuadir os cidadãos de se oporem ao regime e seus programas e fazer comque a sociedade civil e o capital social sirvam aos seus propósitos. Essa repressão pode ir de formas leves decoerção e intimidação ao extremo de infligir dor física aos cidadãos. Os insurgentes também podem reprimir einfligir dor aos cidadãos e assim moldar seus comportamentos e atitudes. Nas décadas de 1980 e 1990, osEstados da América Central e seus oponentes empregaram níveis muito variados de repressão e violênciapolítica. No interior dessas nações, os indivíduos perceberam de modo diferenciado a violência e sofreram grausvariados de dor e perda. Utilizando dados de surveys dos anos 90 para seis países centro-americanos a fm deexaminar os efeitos sobre o capital social da repressão, da violência política percebida e da dor e perdaresultantes, concluímos que a repressão sistêmica e a percepção da violência política afetam significativamentea sociedade civil (envolvimento em grupo) e variedades do capital social (participação política, normasdemocráticas e antidemocráticas, alienação das eleições e disposição para utilizar táticas de confrontaçãopolítica). Os efeitos da dor e da perda são menos claros. Embora a repressão busque refrear a participação emoldar normas de submissão, seus efeitos na América Central são complexos e, às vezes, inconsistentes comesses objetivos porque ela promove um nível de organização comunal cada vez maior e certas formasconfrontadoras de capital social. 2001 artículo científico 0104-6276 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=32970105 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=329 Opinião Pública application/pdf Universidade Estadual de Campinas Opinião Pública (Brasil) Num.1 Vol.VII |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_32970105 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2001 |
| publisher | Universidade Estadual de Campinas |
| spellingShingle | A Formação do Capital Social na América Central: violência política, repressão, dor e perda John A. Booth Política democratização América Central ativismo societal violência política A Formação do Capital Social na América Central: violência política, repressão, dor e perda John A. Booth Patricia Bayer Richard Política democratização América Central ativismo societal violência política A repressão do Estado procura dissuadir os cidadãos de se oporem ao regime e seus programas e fazer comque a sociedade civil e o capital social sirvam aos seus propósitos. Essa repressão pode ir de formas leves decoerção e intimidação ao extremo de infligir dor física aos cidadãos. Os insurgentes também podem reprimir einfligir dor aos cidadãos e assim moldar seus comportamentos e atitudes. Nas décadas de 1980 e 1990, osEstados da América Central e seus oponentes empregaram níveis muito variados de repressão e violênciapolítica. No interior dessas nações, os indivíduos perceberam de modo diferenciado a violência e sofreram grausvariados de dor e perda. Utilizando dados de surveys dos anos 90 para seis países centro-americanos a fm deexaminar os efeitos sobre o capital social da repressão, da violência política percebida e da dor e perdaresultantes, concluímos que a repressão sistêmica e a percepção da violência política afetam significativamentea sociedade civil (envolvimento em grupo) e variedades do capital social (participação política, normasdemocráticas e antidemocráticas, alienação das eleições e disposição para utilizar táticas de confrontaçãopolítica). Os efeitos da dor e da perda são menos claros. Embora a repressão busque refrear a participação emoldar normas de submissão, seus efeitos na América Central são complexos e, às vezes, inconsistentes comesses objetivos porque ela promove um nível de organização comunal cada vez maior e certas formasconfrontadoras de capital social. 2001 artículo científico 0104-6276 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=32970105 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=329 Opinião Pública application/pdf Universidade Estadual de Campinas Opinião Pública (Brasil) Num.1 Vol.VII |
| title | A Formação do Capital Social na América Central: violência política, repressão, dor e perda |
| topic | Política democratização América Central ativismo societal violência política |
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