BORGES CONTRA BORGES: MÁS TRADUÇÕES DE “O ALEPH”

Fuente: Redalyc
Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Roberto González Echevarría
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Federal do Rio de Janeiro 2017
Materias:
Acceso en línea:
Etiquetas: Agregar Etiqueta
Sin Etiquetas, Sea el primero en etiquetar este registro!
_version_ 1876478680055676928
author Roberto González Echevarría
author_facet Roberto González Echevarría
contents BORGES CONTRA BORGES: MÁS TRADUÇÕES DE “O ALEPH” Roberto González Echevarría Lengua y Literatura “O Aleph” tradutores de Borges Teoria e crítica da tradução Borges parece haver argumentado que as traduções são frequentemente melhores do que os originais, mas ele próprio fez um grande esforço (por exemplo, aprender alemão, em sua juventude, para ler Kafka) para acessar a literatura em suas línguas originais. Em sua maturidade, fez um grande esforço para aprender o idioma nórdico das sagas para lê-las diretamente. Sua saída foi acatada de maneira literal demais pela crítica e, pior, por seus próprios tradutores, que foram descuidados na tradução de seus relatos, mostrando uma liberdade que compromete seus próprios textos. Este ensaio examina três traduções de “O Aleph”, ao inglês, francês e italiano, para demonstrar como Borges foi mal traduzido de maneira que afeta a correta leitura de seus textos. As equivocadas traduções são de uma palavra-chave para referir-se a um baú que o protagonista encontra em um porão, e que é uma espécie de representação correlativa do Aleph. A partir desses equívocos de tradução, o ensaio propõe uma interpretação do relato. 2017 artículo científico 1517-106X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33053320002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=330 Alea: Estudos Neolatinos application/pdf Universidade Federal do Rio de Janeiro Alea: Estudos Neolatinos (Brasil) Num.3 Vol.19
format Artículo científico
id redalyc_33053320002
institution Redalyc
language pt
publishDate 2017
publisher Universidade Federal do Rio de Janeiro
spellingShingle BORGES CONTRA BORGES: MÁS TRADUÇÕES DE “O ALEPH”
Roberto González Echevarría
Lengua y Literatura
“O Aleph”
tradutores de Borges
Teoria e crítica da tradução
BORGES CONTRA BORGES: MÁS TRADUÇÕES DE “O ALEPH” Roberto González Echevarría Lengua y Literatura “O Aleph” tradutores de Borges Teoria e crítica da tradução Borges parece haver argumentado que as traduções são frequentemente melhores do que os originais, mas ele próprio fez um grande esforço (por exemplo, aprender alemão, em sua juventude, para ler Kafka) para acessar a literatura em suas línguas originais. Em sua maturidade, fez um grande esforço para aprender o idioma nórdico das sagas para lê-las diretamente. Sua saída foi acatada de maneira literal demais pela crítica e, pior, por seus próprios tradutores, que foram descuidados na tradução de seus relatos, mostrando uma liberdade que compromete seus próprios textos. Este ensaio examina três traduções de “O Aleph”, ao inglês, francês e italiano, para demonstrar como Borges foi mal traduzido de maneira que afeta a correta leitura de seus textos. As equivocadas traduções são de uma palavra-chave para referir-se a um baú que o protagonista encontra em um porão, e que é uma espécie de representação correlativa do Aleph. A partir desses equívocos de tradução, o ensaio propõe uma interpretação do relato. 2017 artículo científico 1517-106X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33053320002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=330 Alea: Estudos Neolatinos application/pdf Universidade Federal do Rio de Janeiro Alea: Estudos Neolatinos (Brasil) Num.3 Vol.19
title BORGES CONTRA BORGES: MÁS TRADUÇÕES DE “O ALEPH”
topic Lengua y Literatura
“O Aleph”
tradutores de Borges
Teoria e crítica da tradução
url https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=33053320002