Análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da bacia do médio - baixo curso do rio Araguari, Minas Gerais
Fuente:
Redalyc
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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
2012
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | |
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| _version_ | 1876444349501276160 |
|---|---|
| author | Thallita Isabela Silva Martins |
| author_facet | Thallita Isabela Silva Martins |
| contents | Análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da bacia do médio - baixo curso do rio Araguari, Minas Gerais Thallita Isabela Silva Martins Sílvio Carlos Rodrigues Estudios Territoriales SIG Geoprocessamento Sobreposição Ponderada Planejamento ambiental Este artigo pretende apresentar a análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da Bacia do Médio-Baixo Rio Araguari, localizado no Triangulo Mineiro, Minas Gerais. Um conjunto de dados ambientais, como relevo, solos, geologia, uso da terra e cobertura vegetal foram analisados. A abordagem utilizou princípios da Teoria Ecodinâmica, Ecologia da Paisagem e Geomorfologia Ambiental para definir a fragilidade do ambiente juntamente com a aplicação de tecnologias geoespaciais e SIG. Usando estes procedimentos, foi possível produzir um conjunto de mapas para representar os aspectos ambientais da área de estudo, possibilitando a correlação e geração de mapas de classes de fragilidade potencial e emergente, adaptando-se as metodologias de Ross (1992) e Crepani et al. (2001). Os resultados mostram que a avaliação de classes de Fragilidade Potencial gerou valores de 39,3% da área total como sendo de Baixa Fragilidade, 29,2% como Média Fragilidade e 26,4% como sendo Alta Fragilidade. Apenas 5,1% foram classificadas como classe de Muito Baixa Fragilidade. Os mapas de classes de Fragilidade Emergente indicam que a atual situação da área de estudo, que após as intervenções antrópicas, apresentam um declínio das condições ambientais. O mapa apresenta como resultado a predominância da classe de Média Fragilidade (47,5%) e classe de Baixa Fragilidade (39,3%), que juntos contribuem com mais de 86% da área total de estudo. 2012 artículo científico 0103-8427 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=333228744002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3332 Caderno de Geografia application/pdf Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Caderno de Geografia (Brasil) Num.38 Vol.22 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_333228744002 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2012 |
| publisher | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais |
| spellingShingle | Análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da bacia do médio - baixo curso do rio Araguari, Minas Gerais Thallita Isabela Silva Martins Estudios Territoriales SIG Geoprocessamento Sobreposição Ponderada Planejamento ambiental Análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da bacia do médio - baixo curso do rio Araguari, Minas Gerais Thallita Isabela Silva Martins Sílvio Carlos Rodrigues Estudios Territoriales SIG Geoprocessamento Sobreposição Ponderada Planejamento ambiental Este artigo pretende apresentar a análise e mapeamento dos graus de fragilidade ambiental da Bacia do Médio-Baixo Rio Araguari, localizado no Triangulo Mineiro, Minas Gerais. Um conjunto de dados ambientais, como relevo, solos, geologia, uso da terra e cobertura vegetal foram analisados. A abordagem utilizou princípios da Teoria Ecodinâmica, Ecologia da Paisagem e Geomorfologia Ambiental para definir a fragilidade do ambiente juntamente com a aplicação de tecnologias geoespaciais e SIG. Usando estes procedimentos, foi possível produzir um conjunto de mapas para representar os aspectos ambientais da área de estudo, possibilitando a correlação e geração de mapas de classes de fragilidade potencial e emergente, adaptando-se as metodologias de Ross (1992) e Crepani et al. (2001). Os resultados mostram que a avaliação de classes de Fragilidade Potencial gerou valores de 39,3% da área total como sendo de Baixa Fragilidade, 29,2% como Média Fragilidade e 26,4% como sendo Alta Fragilidade. Apenas 5,1% foram classificadas como classe de Muito Baixa Fragilidade. Os mapas de classes de Fragilidade Emergente indicam que a atual situação da área de estudo, que após as intervenções antrópicas, apresentam um declínio das condições ambientais. O mapa apresenta como resultado a predominância da classe de Média Fragilidade (47,5%) e classe de Baixa Fragilidade (39,3%), que juntos contribuem com mais de 86% da área total de estudo. 2012 artículo científico 0103-8427 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=333228744002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3332 Caderno de Geografia application/pdf Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Caderno de Geografia (Brasil) Num.38 Vol.22 |
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