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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade Federal Fluminense
2020
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337364486009 https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/html/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/337364486009.epub https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/movil https://doi.org/10.15175/1984-2503-202012308 |
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Tabla de Contenidos:
- “Onde o cidadão perdia o nome”: A Colônia Correcional de Dois Rios e o estado de exceção Ana Carolina Huguenin Pereira Política Giorgio Agamben Graciliano Ramos Heron Pereira Pinto literatura de testemunho Colônia Correcional de Dois Rios A Colônia Correcional de Dois Rios (CCDR) surgiu em setembro de 1894, nas próprias origens da experiência penal republicana brasileira, autoritária e excludente. Nos anos 1930, nos quadros do estado de exceção, verificou-se o aumento sensível do contingente de correcionais, que passou a incluir centenas de prisioneiros políticos, entre os quais Graciliano Ramos e o jornalista Heron Pereira Pinto. Em suas memórias, ambos os autores compararam a Colônia a um campo de concentração. O presente artigo visa discutir a trajetória da CCDR enquanto espaço de exceção e produção da “vida nua”, de acordo com referenciais teóricos propostos por Giorgio Agamben. 2020 artículo científico 1984-2503 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337364486009 https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/html/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/337364486009.epub https://www.redalyc.org/journal/3373/337364486009/movil https://doi.org/10.15175/1984-2503-202012308 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3373 Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica application/pdf Universidade Federal Fluminense Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica (Brasil) Num.3 Vol.12