Intervenção psicológica em demandas judiciais infanto-juvenis

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Jovane Meierhoefer Nikolic
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal Fluminense 2022
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author Jovane Meierhoefer Nikolic
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contents Intervenção psicológica em demandas judiciais infanto-juvenis Jovane Meierhoefer Nikolic Andreia da Fonseca Araujo Rosa Maria Frugoli da Silva Miria Benincasa Política parentalidade alienação parental abuso infantojuvenil Intervenção psicológica No presente trabalho a investigação está na efetividade das intervenções psicológicas em demandas judiciais, cujo objeto de estudo é a proteção integral a crianças e/ou adolescentes diante de abusos parentais. O Direito e a Psicologia pactuam forças e ciência conjunta na tentativa de comprovar a necessidade da multidisciplinaridade através de demonstrativos de resultados completamente diferentes em intervenções psicológicas antecipadas e tardias. Problemática razoavelmente nova, vez que é através da Lei do Divórcio (Lei 6.515/77) conjuntamente à Constituição Federal da República de 1988, que nasce a necessidade de uma nova especialização: Direito de Família. Em paralelo, a Psicologia teve seu reconhecimento mais consistente em 1972 através da implantação do Conselho Federal de Psicologia. Sendo consideradas ciências novas, investigou-se aqui se a ausência de reconhecimento científico e prático de ambas seria o motivo dos prejuízos infantojuvenis vivenciados por ausência de respaldo célere às suas necessidades. Metodologicamente, comparamos processualmente o primeiro caso vivenciado de 1981 a 1988 com o segundo, de 2018 a 2021. Levantamos dados de instituições consistentes e ainda foram trazidos depoimentos públicos de crianças abusadas e hoje adultas, transcritos dos documentários A morte inventada e O amor que tu me tinhas, ambos com direitos autorais disponibilizados em internet. De tudo, restou demonstrado que embora tenhamos evoluído substancialmente em questão legislativa, o objeto estudado (permanência infantojuvenil no ambiente nocivo) não obteve o resguardo esperado, como será demonstrado. Contudo, nossa hipótese demonstrou que a intervenção psicológica qualificada e antecipada (obrigatoriamente) pode reduzir drasticamente os danos e traumas infantojuvenis. 2022 artículo científico 1984-2503 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337371748007 https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/html/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/337371748007.epub https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/movil https://doi.org/10.15175/1984-2503-202214206 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3373 Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica application/pdf Universidade Federal Fluminense Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica (Brasil) Num.2 Vol.14
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institution Redalyc
language pt
publishDate 2022
publisher Universidade Federal Fluminense
spellingShingle Intervenção psicológica em demandas judiciais infanto-juvenis
Jovane Meierhoefer Nikolic
Política
parentalidade
alienação parental
abuso infantojuvenil
Intervenção psicológica
Intervenção psicológica em demandas judiciais infanto-juvenis Jovane Meierhoefer Nikolic Andreia da Fonseca Araujo Rosa Maria Frugoli da Silva Miria Benincasa Política parentalidade alienação parental abuso infantojuvenil Intervenção psicológica No presente trabalho a investigação está na efetividade das intervenções psicológicas em demandas judiciais, cujo objeto de estudo é a proteção integral a crianças e/ou adolescentes diante de abusos parentais. O Direito e a Psicologia pactuam forças e ciência conjunta na tentativa de comprovar a necessidade da multidisciplinaridade através de demonstrativos de resultados completamente diferentes em intervenções psicológicas antecipadas e tardias. Problemática razoavelmente nova, vez que é através da Lei do Divórcio (Lei 6.515/77) conjuntamente à Constituição Federal da República de 1988, que nasce a necessidade de uma nova especialização: Direito de Família. Em paralelo, a Psicologia teve seu reconhecimento mais consistente em 1972 através da implantação do Conselho Federal de Psicologia. Sendo consideradas ciências novas, investigou-se aqui se a ausência de reconhecimento científico e prático de ambas seria o motivo dos prejuízos infantojuvenis vivenciados por ausência de respaldo célere às suas necessidades. Metodologicamente, comparamos processualmente o primeiro caso vivenciado de 1981 a 1988 com o segundo, de 2018 a 2021. Levantamos dados de instituições consistentes e ainda foram trazidos depoimentos públicos de crianças abusadas e hoje adultas, transcritos dos documentários A morte inventada e O amor que tu me tinhas, ambos com direitos autorais disponibilizados em internet. De tudo, restou demonstrado que embora tenhamos evoluído substancialmente em questão legislativa, o objeto estudado (permanência infantojuvenil no ambiente nocivo) não obteve o resguardo esperado, como será demonstrado. Contudo, nossa hipótese demonstrou que a intervenção psicológica qualificada e antecipada (obrigatoriamente) pode reduzir drasticamente os danos e traumas infantojuvenis. 2022 artículo científico 1984-2503 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=337371748007 https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/html/ https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/337371748007.epub https://www.redalyc.org/journal/3373/337371748007/movil https://doi.org/10.15175/1984-2503-202214206 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3373 Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica application/pdf Universidade Federal Fluminense Passagens. Revista Internacional de História Política e Cultura Jurídica (Brasil) Num.2 Vol.14
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