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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade do Estado de Santa Catarina
2020
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=338163000004 https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/ https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/338163000004.epub https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/movil https://doi.org/10.5965/2175180312292020e0102 |
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Tabla de Contenidos:
- Epistemologia insubmissa feminista negra decolonial Angela Figueiredo Historia Epistemologia Empoderamento Descolonização Feminismo negro Movimento social Neste texto, propomos uma revisão/análise das abordagens teórico-metodológicas do feminismo nos últimos anos. Destacamos que a epistemologia feminista negra articula teoria, metodologia e prática política com vistas à transformação social. A análise realizada revela um diálogo constante entre o feminismo negro brasileiro e o feminismo afro-americano, ainda que as editoras brasileiras só tenham traduzido a contribuição feminista negra e descoberto este filão comercial nos últimos cinco anos. A popularização do conceito de interseccionalidade no Brasil é relativamente recente para um conceito que fez 30 anos, sendo atualmente o mais utilizado aqui para analisar as relações e as interconexões possíveis entre as categorias de gênero, raça, classe, sexualidade, geração etc. É importante destacar o significativo crescimento das pesquisas, livros e artigos acadêmicos produzidos por mulheres negras, bem como a divulgação de ideias e reflexões políticas através do uso das plataformas digitais, tais como sites, blogs, facebook, Instagram e YouTube. Este movimento, que algumas autoras têm definido como a quarta onda feminista, mas que algumas mulheres negras preferem chamar de maré feminista negra, ampliou o referencial teórico, incluindo as contribuições de autoras africanas e afrodiaspóricas, como por exemplo, Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí (2017) e Grada Kilomba (2019), e recuperou contribuições negras, notadamente femininas negras que foram historicamente silenciadas, através de práticas epistemicidas, construindo desse modo uma nova epistemologia feminista negra. 2020 artículo científico 2175-1803 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=338163000004 https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/ https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/338163000004.epub https://www.redalyc.org/journal/3381/338163000004/movil https://doi.org/10.5965/2175180312292020e0102 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3381 Revista Tempo e Argumento application/pdf Universidade do Estado de Santa Catarina Revista Tempo e Argumento (Brasil) Num.29 Vol.12