Subcortical atrophy in frontotemporal dementia and Alzheimer’s disease. Significance for differential diagnosis and correlation with clinical manifestations

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Autore principale: Renata Teles Vieira
Natura: Artículo científico
Lingua:en
Pubblicazione: Associação Neurologia Cognitiva e do Comportamento 2008
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author Renata Teles Vieira
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contents Subcortical atrophy in frontotemporal dementia and Alzheimer’s disease. Significance for differential diagnosis and correlation with clinical manifestations Renata Teles Vieira Leonardo Caixeta Medicina doença de Alzheimer atrofia subcortical neuroimagem estrutural Demência frontotemporal Atrofia subcortical cerebral ocorre na doença de Alzheimer e na demência frontotemporal (DFT) mas sua importância para as manifestações clínicas e para o diagnóstico diferencial não foram amplamente investigadas. Objetivos: Comparar a gravidade da atrofia subcortical cerebral na DA e na DFT e analisar as correlações entre atrofia subcortical cerebral e características demográficas e clínicas. Métodos: Vinte e três pacientes com diagnóstico de DFT e 21 com DA formaram a amostra que foi constituída por 22 homens e 22 mulheres, com idades entre 33 e 89 anos, idade média (±DP) de 68,52 (±12,08) anos, escolaridade variando de 1 a 20 anos, média de 7,35 (±5,54) e duração da doença com média de 3,66 (±3,44). O grau de atrofia subcortical foi avaliado indiretamente com uma medida linear de atrofia subcortical, o índice bifrontal (IBF) com o emprego de imagem por ressonância magnetica. A cognição, atividades de vida diária e gravidade da demência foram avaliadas com o Mini-Exame do Estado Mental, Questionário de Atividades Funcionais e Escore Clínico de Demência, respectivamente. Resultados: O IBF não foi diferente entre os grupos com AD e DFT (p>0.05). A gravidade do transtorno cognitivo (tanto para DA como DFT) e as atividades de vida diária (apenas para DA) correlacionaram-se com o IBF. Conclusões: Uma medida linear de atrofia subcortical não foi diferente entre pacientes com DA e DFT nesta amostra. A cognição (na DA e na DFT) e a capacidade de vida independente (apenas na DA) correlacionaram-se inversamente com a atrofia subcortical cerebral. 2008 artículo científico 1980-5764 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339529011009 en http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3395 Dementia & Neuropsychologia application/pdf Associação Neurologia Cognitiva e do Comportamento Dementia & Neuropsychologia (Brasil) Num.4 Vol.2
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language en
publishDate 2008
publisher Associação Neurologia Cognitiva e do Comportamento
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Renata Teles Vieira
Medicina
doença de Alzheimer
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neuroimagem estrutural
Demência frontotemporal
Subcortical atrophy in frontotemporal dementia and Alzheimer’s disease. Significance for differential diagnosis and correlation with clinical manifestations Renata Teles Vieira Leonardo Caixeta Medicina doença de Alzheimer atrofia subcortical neuroimagem estrutural Demência frontotemporal Atrofia subcortical cerebral ocorre na doença de Alzheimer e na demência frontotemporal (DFT) mas sua importância para as manifestações clínicas e para o diagnóstico diferencial não foram amplamente investigadas. Objetivos: Comparar a gravidade da atrofia subcortical cerebral na DA e na DFT e analisar as correlações entre atrofia subcortical cerebral e características demográficas e clínicas. Métodos: Vinte e três pacientes com diagnóstico de DFT e 21 com DA formaram a amostra que foi constituída por 22 homens e 22 mulheres, com idades entre 33 e 89 anos, idade média (±DP) de 68,52 (±12,08) anos, escolaridade variando de 1 a 20 anos, média de 7,35 (±5,54) e duração da doença com média de 3,66 (±3,44). O grau de atrofia subcortical foi avaliado indiretamente com uma medida linear de atrofia subcortical, o índice bifrontal (IBF) com o emprego de imagem por ressonância magnetica. A cognição, atividades de vida diária e gravidade da demência foram avaliadas com o Mini-Exame do Estado Mental, Questionário de Atividades Funcionais e Escore Clínico de Demência, respectivamente. Resultados: O IBF não foi diferente entre os grupos com AD e DFT (p>0.05). A gravidade do transtorno cognitivo (tanto para DA como DFT) e as atividades de vida diária (apenas para DA) correlacionaram-se com o IBF. Conclusões: Uma medida linear de atrofia subcortical não foi diferente entre pacientes com DA e DFT nesta amostra. A cognição (na DA e na DFT) e a capacidade de vida independente (apenas na DA) correlacionaram-se inversamente com a atrofia subcortical cerebral. 2008 artículo científico 1980-5764 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339529011009 en http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3395 Dementia & Neuropsychologia application/pdf Associação Neurologia Cognitiva e do Comportamento Dementia & Neuropsychologia (Brasil) Num.4 Vol.2
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