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1. Verfasser: Lucília Maria Sousa Romão
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal de Minas Gerais 2005
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Online-Zugang:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339829596012
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author Lucília Maria Sousa Romão
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contents O grito que faz nascer a manhã (ou o amanhã) Lucília Maria Sousa Romão Educación Durante o mês de abril de 2004, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciou uma série de ocupações, manifestações e atos públicos, cobrando do governo Lula agilidade na reforma agrária, medidas contra o desemprego e mudanças na política econômica. A divulgação do “abril vermelho” e a representação do ato de gritar abriram um novo capítulo do litígio discursivo em relação à reforma agrária; posições-sujeito entram em rota de colisão, convulsionadas pela ideologia e pelos sentidos que se constroem sob o signo da memória e da sua atualização. A partir de recortes colhidos em jornais impressos e eletrônicos, pretendo interpretar como o ato de gritar e sua interdição significam e como as representações de líder popular e de presidente derivam de posições em relação ao poder constituído, datadas pela conjuntura sócio-histórica, cuja materialidade é lingüística e histórica. 2005 artículo científico 1676-0786 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339829596012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3398 Revista Brasileira de Linguística Aplicada application/pdf Universidade Federal de Minas Gerais Revista Brasileira de Linguística Aplicada (Brasil) Num.1 Vol.5
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publishDate 2005
publisher Universidade Federal de Minas Gerais
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Lucília Maria Sousa Romão
Educación
O grito que faz nascer a manhã (ou o amanhã) Lucília Maria Sousa Romão Educación Durante o mês de abril de 2004, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) iniciou uma série de ocupações, manifestações e atos públicos, cobrando do governo Lula agilidade na reforma agrária, medidas contra o desemprego e mudanças na política econômica. A divulgação do “abril vermelho” e a representação do ato de gritar abriram um novo capítulo do litígio discursivo em relação à reforma agrária; posições-sujeito entram em rota de colisão, convulsionadas pela ideologia e pelos sentidos que se constroem sob o signo da memória e da sua atualização. A partir de recortes colhidos em jornais impressos e eletrônicos, pretendo interpretar como o ato de gritar e sua interdição significam e como as representações de líder popular e de presidente derivam de posições em relação ao poder constituído, datadas pela conjuntura sócio-histórica, cuja materialidade é lingüística e histórica. 2005 artículo científico 1676-0786 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339829596012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3398 Revista Brasileira de Linguística Aplicada application/pdf Universidade Federal de Minas Gerais Revista Brasileira de Linguística Aplicada (Brasil) Num.1 Vol.5
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