A favela tem nome próprio: a (re)significação do local na linguagem do funk carioca

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1. Verfasser: Adriana Carvalho Lopes
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal de Minas Gerais 2009
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author Adriana Carvalho Lopes
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contents A favela tem nome próprio: a (re)significação do local na linguagem do funk carioca Adriana Carvalho Lopes Educación raça espaço PALAVRAS linguagem identidade O funk é uma prática musical produzida e consumida, principalmente, pela juventude das favelas do Rio de Janeiro. Além de diversão e trabalho, o funk é uma forma de identidade para essa juventude. Neste artigo, conjugo a análise linguística com a prática etnográfica para demonstrar que tal identidade possui uma linguagem específica, por meio da qual os artistas do funk significam as suas próprias experiências e, assim, constroem uma nova cartografia para a cidade do Rio de Janeiro. Nessa linguagem, a favela deixa de ser o espaço genérico da barbárie e se transforma em território com nome próprio e no local da habitação e de hábitos cotidianos de inúmeros jovens favelados. 2009 artículo científico 1676-0786 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339829611002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3398 Revista Brasileira de Linguística Aplicada application/pdf Universidade Federal de Minas Gerais Revista Brasileira de Linguística Aplicada (Brasil) Num.2 Vol.9
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PALAVRAS
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A favela tem nome próprio: a (re)significação do local na linguagem do funk carioca Adriana Carvalho Lopes Educación raça espaço PALAVRAS linguagem identidade O funk é uma prática musical produzida e consumida, principalmente, pela juventude das favelas do Rio de Janeiro. Além de diversão e trabalho, o funk é uma forma de identidade para essa juventude. Neste artigo, conjugo a análise linguística com a prática etnográfica para demonstrar que tal identidade possui uma linguagem específica, por meio da qual os artistas do funk significam as suas próprias experiências e, assim, constroem uma nova cartografia para a cidade do Rio de Janeiro. Nessa linguagem, a favela deixa de ser o espaço genérico da barbárie e se transforma em território com nome próprio e no local da habitação e de hábitos cotidianos de inúmeros jovens favelados. 2009 artículo científico 1676-0786 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339829611002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3398 Revista Brasileira de Linguística Aplicada application/pdf Universidade Federal de Minas Gerais Revista Brasileira de Linguística Aplicada (Brasil) Num.2 Vol.9
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