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| Auteur principal: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Langue: | pt |
| Publié: |
Universidade de Brasília
2009
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| Sujets: | |
| Accès en ligne: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339930895008 |
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| _version_ | 1866574498223882240 |
|---|---|
| author | Igor Ferraz da Fonseca |
| author_facet | Igor Ferraz da Fonseca |
| contents | A banalização da sustentabilidade: reflexões sobre governança ambiental em escala local Igor Ferraz da Fonseca Marcel Bursztyn Sociología free free rider rider participação O processo decisório e de implementação de políticas ambientais tende a adotar práticas que obedecem a critérios que se consagram internacionalmente como condições de possibilidade e de suficiência para que os fins desejados sejam atingidos. É como se existisse uma cartilha que estabelecesse as regras gerais da busca do desenvolvimento sustentável. Na atualidade, uma espécie de manual (virtual) da boa governança serve de guia e pré-requisito na elaboração de programas e projetos socioambientais. Porém, a reprodução indiscriminada e a ampliação interminável, ao longo do tempo, da lista de quesitos considerados como ingredientes necessários, podem ter efeito contrário ao esperado e constituir obstáculo para que as políticas ambientais e de desenvolvimento sejam eficientes. A preocupação em cumprir formalmente com critérios gerais pode obscurecer a sua expressão substantiva. Com isso, há espaço para “caronas” do discurso ambientalista e para um fosso entre o discurso e a prática na gestão ambiental. O objetivo deste estudo é demonstrar como os quesitos considerados necessários para uma boa governança são produzidos e reproduzidos ao longo do tempo. Esta dinâmica, sob a égide do manual, favorece a banalização e a volatilidade dos quesitos mencionados. Ao banalizar a sustentabilidade, amplia-se cada vez mais a distância entre o discurso politicamente correto e a eficácia prática de políticas ambientais e de desenvolvimento. Para reduzir essa distância, é proposta a utilização do conceito de governança suficientemente boa. Esse conceito pode representar uma alternativa às falhas do manual, ao focar aspectos essenciais, separando o desejado do possível e do indispensável. 2009 artículo científico 0102-6992 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339930895008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3399 Sociedade e Estado application/pdf Universidade de Brasília Sociedade e Estado (Brasil) Num.1 Vol.24 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_339930895008 |
| language | pt |
| publishDate | 2009 |
| publisher | Universidade de Brasília |
| spellingShingle | A banalização da sustentabilidade: reflexões sobre governança ambiental em escala local Igor Ferraz da Fonseca Sociología free free rider rider participação A banalização da sustentabilidade: reflexões sobre governança ambiental em escala local Igor Ferraz da Fonseca Marcel Bursztyn Sociología free free rider rider participação O processo decisório e de implementação de políticas ambientais tende a adotar práticas que obedecem a critérios que se consagram internacionalmente como condições de possibilidade e de suficiência para que os fins desejados sejam atingidos. É como se existisse uma cartilha que estabelecesse as regras gerais da busca do desenvolvimento sustentável. Na atualidade, uma espécie de manual (virtual) da boa governança serve de guia e pré-requisito na elaboração de programas e projetos socioambientais. Porém, a reprodução indiscriminada e a ampliação interminável, ao longo do tempo, da lista de quesitos considerados como ingredientes necessários, podem ter efeito contrário ao esperado e constituir obstáculo para que as políticas ambientais e de desenvolvimento sejam eficientes. A preocupação em cumprir formalmente com critérios gerais pode obscurecer a sua expressão substantiva. Com isso, há espaço para “caronas” do discurso ambientalista e para um fosso entre o discurso e a prática na gestão ambiental. O objetivo deste estudo é demonstrar como os quesitos considerados necessários para uma boa governança são produzidos e reproduzidos ao longo do tempo. Esta dinâmica, sob a égide do manual, favorece a banalização e a volatilidade dos quesitos mencionados. Ao banalizar a sustentabilidade, amplia-se cada vez mais a distância entre o discurso politicamente correto e a eficácia prática de políticas ambientais e de desenvolvimento. Para reduzir essa distância, é proposta a utilização do conceito de governança suficientemente boa. Esse conceito pode representar uma alternativa às falhas do manual, ao focar aspectos essenciais, separando o desejado do possível e do indispensável. 2009 artículo científico 0102-6992 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=339930895008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3399 Sociedade e Estado application/pdf Universidade de Brasília Sociedade e Estado (Brasil) Num.1 Vol.24 |
| title | A banalização da sustentabilidade: reflexões sobre governança ambiental em escala local |
| topic | Sociología free free rider rider participação |
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