COESÃO SOCIAL E EVASÃO EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO EXTREMO-SUL DO BRASIL

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Auteur principal: Paulo Freire Mello
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Federal da Bahia 2008
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author Paulo Freire Mello
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contents COESÃO SOCIAL E EVASÃO EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO EXTREMO-SUL DO BRASIL Paulo Freire Mello Sociología religião rotatividade reciprocidade reforma agrária sociologia da crítica Através de etnografias realizadas em dois assentamentos no Rio Grande do Sul, discutese os processos de coesão social interna e sua potencialidade em estancar a evasão e a rotatividade dos assentados. A adoção da perspectiva da sociologia da crítica de Boltanski, em associação com aportes pontuais de Bourdieu, Wolf e Elias, permitiu compreender os processos de mobilidade e de construção da coesão social dos assentados. Essa última é relacionada à reciprocidade, em especial ao parentesco e às relações religiosas e de vizinhança. Verificouse que os assentados, cada vez mais situados na “cidade doméstica”, estão construindo processos corporativos, ainda que de forma negociada com o MST, INCR A e vizinhança. Não se encontrou correlação entre a evasão e diversas variáveis relacionadas à dimensão material nos 193 assentamentos pesquisados. 2008 artículo científico 0103-4979 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347632177012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3476 Caderno CRH application/pdf Universidade Federal da Bahia Caderno CRH (Brasil) Num.54 Vol.21
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Paulo Freire Mello
Sociología
religião
rotatividade
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COESÃO SOCIAL E EVASÃO EM ASSENTAMENTOS RURAIS NO EXTREMO-SUL DO BRASIL Paulo Freire Mello Sociología religião rotatividade reciprocidade reforma agrária sociologia da crítica Através de etnografias realizadas em dois assentamentos no Rio Grande do Sul, discutese os processos de coesão social interna e sua potencialidade em estancar a evasão e a rotatividade dos assentados. A adoção da perspectiva da sociologia da crítica de Boltanski, em associação com aportes pontuais de Bourdieu, Wolf e Elias, permitiu compreender os processos de mobilidade e de construção da coesão social dos assentados. Essa última é relacionada à reciprocidade, em especial ao parentesco e às relações religiosas e de vizinhança. Verificouse que os assentados, cada vez mais situados na “cidade doméstica”, estão construindo processos corporativos, ainda que de forma negociada com o MST, INCR A e vizinhança. Não se encontrou correlação entre a evasão e diversas variáveis relacionadas à dimensão material nos 193 assentamentos pesquisados. 2008 artículo científico 0103-4979 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347632177012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3476 Caderno CRH application/pdf Universidade Federal da Bahia Caderno CRH (Brasil) Num.54 Vol.21
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