ESTADO E CONTROLE NAS PRISÕES

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Autore principale: Analía Soria Batista
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Federal da Bahia 2009
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author Analía Soria Batista
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contents ESTADO E CONTROLE NAS PRISÕES Analía Soria Batista Sociología ordem Estado Prisões controle agentes penitenciários Este artigo analisa o problema da produção do controle e da ordem em prisões brasileiras, utilizando as perspectivas histórica e sociológica, e levanta a hipóteses de que, no Brasil, convivem duas modalidades de construção da ordem e do controle nas prisões. Uma delas, minoritária, baseia-se na prerrogativa do Estado na gestão do dia a dia prisional. A outra é relativa à negociação da pacificação do presídio entre o Estado e as lideranças dos presos. Embora, no primeiro caso, a prerrogativa do Estado possa ser vinculada às condições institucionais adequadas e, no segundo (negociação entre o estado e as lideranças dos presos) às condições precárias dos presídios, como superlotação, número reduzido de agentes penitenciários, entre outros, a análise apontou que ambas as modalidades traduzem formas de relacionamentos e interações sociais historicamente produzidas entre o Estado e a sociedade, que remetem à fundação da República, recriadas através do habitus dos atores sociais, não se restringindo exclusivamente ao espaço social das prisões. 2009 artículo científico 0103-4979 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347632178013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3476 Caderno CRH application/pdf Universidade Federal da Bahia Caderno CRH (Brasil) Num.56 Vol.22
format Artículo científico
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publishDate 2009
publisher Universidade Federal da Bahia
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ESTADO E CONTROLE NAS PRISÕES Analía Soria Batista Sociología ordem Estado Prisões controle agentes penitenciários Este artigo analisa o problema da produção do controle e da ordem em prisões brasileiras, utilizando as perspectivas histórica e sociológica, e levanta a hipóteses de que, no Brasil, convivem duas modalidades de construção da ordem e do controle nas prisões. Uma delas, minoritária, baseia-se na prerrogativa do Estado na gestão do dia a dia prisional. A outra é relativa à negociação da pacificação do presídio entre o Estado e as lideranças dos presos. Embora, no primeiro caso, a prerrogativa do Estado possa ser vinculada às condições institucionais adequadas e, no segundo (negociação entre o estado e as lideranças dos presos) às condições precárias dos presídios, como superlotação, número reduzido de agentes penitenciários, entre outros, a análise apontou que ambas as modalidades traduzem formas de relacionamentos e interações sociais historicamente produzidas entre o Estado e a sociedade, que remetem à fundação da República, recriadas através do habitus dos atores sociais, não se restringindo exclusivamente ao espaço social das prisões. 2009 artículo científico 0103-4979 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=347632178013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3476 Caderno CRH application/pdf Universidade Federal da Bahia Caderno CRH (Brasil) Num.56 Vol.22
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