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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Carlos Augusto Serbena
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt Terapia de Goiânia 2010
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=357735613010
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Tabla de Contenidos:
  • Considerações Sobre o Inconsciente: Mito, Símbolo e Arquétipo na Psicologia Analítica Carlos Augusto Serbena Psicología Mito Rito Símbolo Sentido Arquétipo Este artigo realiza uma discussão teórica entre C. G. Jung e outros autores visando relacionar e esclarecer aspectos dos conceitos de mito, símbolo e arquétipo. Partindo do conceito de inconsciente coletivo e de arquétipo da obra de Jung, mostra as duas formas de funcionamento da psique: racional e causal para o ego e imagética e analógica para o inconsciente. Assim, os arquétipos podem ser considerados como categorias da imaginação e se expressam de forma simbólica, exigindo uma abordagem compreensiva e qualitativa e exercendo função de mediação entre os opostos por meio de uma dinâmica redundante e repetitiva, mas aperfeiçoadora. Esse dinamismo aparece nos ritos, a repetição ao nível comportamental, e nos mitos, uma narrativa simbólica que marca o inicio do processo de racionalização dos símbolos. Se esse processo se aprofunda, o símbolo se conforma a signo, perdendo seu caráter vivencial e de mediar oposições. A excessiva valorização da racionalidade no pensamento moderno leva a desconsiderar o símbolo e, desse modo, o sujeito perde a possibilidade de mediar as oposições experienciadas na sua existência como entre si próprio e o mundo, sentindo sua vida vazia e sem significado. 2010 artículo científico 1809-6867 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=357735613010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3577 Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies application/pdf Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt Terapia de Goiânia Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies (Brasil) Num.1 Vol.XVI