Violência obstétrica à luz da Teoria da Diversidade e Universalidade do Cuidado Cultural

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Auteur principal: Bruna Larisse Pereira Lima Melo
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidad de Santander 2022
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author Bruna Larisse Pereira Lima Melo
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contents Violência obstétrica à luz da Teoria da Diversidade e Universalidade do Cuidado Cultural Bruna Larisse Pereira Lima Melo Felice Teles Lira dos Santos Moreira Rayane Moreira de Alencar Beatriz de Castro Magalhães Edilma Gomes Rocha Cavalcante Evanira Rodrigues Maia Grayce Alencar Albuquerque Salud Teoria de Enfermagem Assistência Perinatal Violência contra a Mulher Introdução: A violência obstétrica pode ser do tipo física, verbal, psicológica, sexual e negligência da assistência. Não utilização de medicação analgésica, tratamento grosseiro, privação do direito de acompanhante durante o parto, procedimento sem o consentimento da parturiente são exemplos de violência, que está cada vez mais presente e de forma velada nos serviços de saúde brasileiro. Objetivou- se analisar relatos de puérperas sobre violência obstétrica à luz da Teoria da Diversidade e Universalidade do Cuidado Cultural.Materiais e Método: Estudo transversal, abordagem qualitativa, desenvolvido em estratégias de Saúde da Família com 10 puérperas. A coleta de dados foi realizada através de entrevista semi-estruturada cujos resultados foram organizados e adaptados ao modelo Sunrise.Resultados: A maioria das participantes eram jovens, casadas/união estável, primíparas e com parto vaginal. Na adaptação do modelo, considerando seus conceitos, observou-se ausência de conhecimento do parto/trabalho de parto; medo; violência perpetrada contra as mulheres resultantes da ausência de comunicação, desumanização, exposição do corpo e desconforto, repercutindo em cuidado fragilizado, com insatisfação frente ao serviço de saúde.Discussão: A violência obstétrica é comum no cenário brasileiro, acontecendo muitas vezes de forma velada, pois as parturientes não conhecem sobre o assunto, bem como, seus direitos. Conclusão: A violência obstétrica aconteceu por meio do caráter sexual, físico, psicológico e institucional, tornando o ato de parir algo temoroso, resultante do medo, falhas na comunicação e cuidado fragilizado. 2022 artículo científico 2216-0973 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=359572415013 https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/html/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/359572415013.epub https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/movil 10.15649/cuidarte.1536 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3595 Revista CUIDARTE application/pdf Universidad de Santander Revista CUIDARTE (Colombia) Num.1 Vol.13
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Bruna Larisse Pereira Lima Melo
Salud
Teoria de Enfermagem
Assistência Perinatal
Violência contra a Mulher
Violência obstétrica à luz da Teoria da Diversidade e Universalidade do Cuidado Cultural Bruna Larisse Pereira Lima Melo Felice Teles Lira dos Santos Moreira Rayane Moreira de Alencar Beatriz de Castro Magalhães Edilma Gomes Rocha Cavalcante Evanira Rodrigues Maia Grayce Alencar Albuquerque Salud Teoria de Enfermagem Assistência Perinatal Violência contra a Mulher Introdução: A violência obstétrica pode ser do tipo física, verbal, psicológica, sexual e negligência da assistência. Não utilização de medicação analgésica, tratamento grosseiro, privação do direito de acompanhante durante o parto, procedimento sem o consentimento da parturiente são exemplos de violência, que está cada vez mais presente e de forma velada nos serviços de saúde brasileiro. Objetivou- se analisar relatos de puérperas sobre violência obstétrica à luz da Teoria da Diversidade e Universalidade do Cuidado Cultural.Materiais e Método: Estudo transversal, abordagem qualitativa, desenvolvido em estratégias de Saúde da Família com 10 puérperas. A coleta de dados foi realizada através de entrevista semi-estruturada cujos resultados foram organizados e adaptados ao modelo Sunrise.Resultados: A maioria das participantes eram jovens, casadas/união estável, primíparas e com parto vaginal. Na adaptação do modelo, considerando seus conceitos, observou-se ausência de conhecimento do parto/trabalho de parto; medo; violência perpetrada contra as mulheres resultantes da ausência de comunicação, desumanização, exposição do corpo e desconforto, repercutindo em cuidado fragilizado, com insatisfação frente ao serviço de saúde.Discussão: A violência obstétrica é comum no cenário brasileiro, acontecendo muitas vezes de forma velada, pois as parturientes não conhecem sobre o assunto, bem como, seus direitos. Conclusão: A violência obstétrica aconteceu por meio do caráter sexual, físico, psicológico e institucional, tornando o ato de parir algo temoroso, resultante do medo, falhas na comunicação e cuidado fragilizado. 2022 artículo científico 2216-0973 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=359572415013 https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/html/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/359572415013.epub https://www.redalyc.org/journal/3595/359572415013/movil 10.15649/cuidarte.1536 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3595 Revista CUIDARTE application/pdf Universidad de Santander Revista CUIDARTE (Colombia) Num.1 Vol.13
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