Distúrbio mineral e ósseo: prevalencia subestimada nos estágios iniciais da doenga renal crónica
Fuente:
Redalyc
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidad de Santander
2022
|
| Subjects: | |
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|---|---|
| author | Karla Amaral Nogueira-Quadros |
| author_facet | Karla Amaral Nogueira-Quadros |
| contents | Distúrbio mineral e ósseo: prevalencia subestimada nos estágios iniciais da doenga renal crónica Karla Amaral Nogueira-Quadros Flávio Augusto-de-Morais Francisco Edson Coelho-de-Vasconcelos Yoshimi José Ávila-Watanabe Allan de Morais-Bessa Fernanda Marcelino de-Rezende-e-Silva Joao Victor Marques-Guedes Vinícius Silva-Belo Clareci Silva-Cardoso Alba Otoni Salud Doenca renal crónica Falencia Renal Crónica Insuficiencia Renal Crónica Hiperparatireoidismo Secundário Distúrbio Mineral e Ósseo na Doenca Renal Crónica Introdujo: o objetivo foi avaliar a prevalencia do distúrbio mineral e ósseo em pacientes com doenca renal crónica e a associate entre Taxa de Filtrado Glomerular estimada (TFGe) e os indicadores do distúrbio mineral e ósseo (DMO) (cálcio, fósforo e PTH) em pacientes renais crónicos nao dialíticos. Materiais e Métodos: estudo seccional da linha de base de uma coorte de dois anos, com adultos e idosos renais crónicos em tratamento conservador. Para identificado do DMO utilizamos os seguintes valores séricos: PTH (> 150 pg/mL) e/ou hipocalcemia (Ca < 8,8mg/dl) e/ou hiperfosfatemia (P > 4,6 mg/dl). Na análise estatística utilizou-se: regressao de Poisson; T de Student, Mann Whitney e correlacóes de Pearson e Spearman. Nivel de significancia foi de 5%. Resultados: prevalencia de DMO de 54,6% (n=41) (IC 95%: 43,45 - 65,43). A maior prevalencia de DMO foi em pessoas do sexo feminino, alfabetizadas, idosas, nao etilistas, nao tabagistas, sedentárias e de cor de pele branca, porém, sem diferenca estatística entre os grupos com e sem DMO. As correlacóes entre P e PTH com TFGe foram significativas, inversas, de forca moderada (p= <0,005 e p = 0,003; coeficientes de correlato = - 0,312 e - 0,379 respectivamente). Discussao: os achados desse estudo mostraram que existe uma lacuna no acompanhamento do DMO-DRC pela atencao primária e a prática clínica deve ser revista. Conclusao: identificou-se prevalencia robusta de DMO nos estágios precoces da DRC, além de correlacóes significativas entre o aumento dos níveis de fósforo e PTH e piora das funcóes renais. 2022 artículo científico 2216-0973 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=359575082004 https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/359575082004.epub https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/movil 10.15649/cuidarte.2266 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3595 Revista CUIDARTE application/pdf Universidad de Santander Revista CUIDARTE (Colombia) Num.3 Vol.13 |
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| institution | Redalyc |
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| publishDate | 2022 |
| publisher | Universidad de Santander |
| spellingShingle | Distúrbio mineral e ósseo: prevalencia subestimada nos estágios iniciais da doenga renal crónica Karla Amaral Nogueira-Quadros Salud Doenca renal crónica Falencia Renal Crónica Insuficiencia Renal Crónica Hiperparatireoidismo Secundário Distúrbio Mineral e Ósseo na Doenca Renal Crónica Distúrbio mineral e ósseo: prevalencia subestimada nos estágios iniciais da doenga renal crónica Karla Amaral Nogueira-Quadros Flávio Augusto-de-Morais Francisco Edson Coelho-de-Vasconcelos Yoshimi José Ávila-Watanabe Allan de Morais-Bessa Fernanda Marcelino de-Rezende-e-Silva Joao Victor Marques-Guedes Vinícius Silva-Belo Clareci Silva-Cardoso Alba Otoni Salud Doenca renal crónica Falencia Renal Crónica Insuficiencia Renal Crónica Hiperparatireoidismo Secundário Distúrbio Mineral e Ósseo na Doenca Renal Crónica Introdujo: o objetivo foi avaliar a prevalencia do distúrbio mineral e ósseo em pacientes com doenca renal crónica e a associate entre Taxa de Filtrado Glomerular estimada (TFGe) e os indicadores do distúrbio mineral e ósseo (DMO) (cálcio, fósforo e PTH) em pacientes renais crónicos nao dialíticos. Materiais e Métodos: estudo seccional da linha de base de uma coorte de dois anos, com adultos e idosos renais crónicos em tratamento conservador. Para identificado do DMO utilizamos os seguintes valores séricos: PTH (> 150 pg/mL) e/ou hipocalcemia (Ca < 8,8mg/dl) e/ou hiperfosfatemia (P > 4,6 mg/dl). Na análise estatística utilizou-se: regressao de Poisson; T de Student, Mann Whitney e correlacóes de Pearson e Spearman. Nivel de significancia foi de 5%. Resultados: prevalencia de DMO de 54,6% (n=41) (IC 95%: 43,45 - 65,43). A maior prevalencia de DMO foi em pessoas do sexo feminino, alfabetizadas, idosas, nao etilistas, nao tabagistas, sedentárias e de cor de pele branca, porém, sem diferenca estatística entre os grupos com e sem DMO. As correlacóes entre P e PTH com TFGe foram significativas, inversas, de forca moderada (p= <0,005 e p = 0,003; coeficientes de correlato = - 0,312 e - 0,379 respectivamente). Discussao: os achados desse estudo mostraram que existe uma lacuna no acompanhamento do DMO-DRC pela atencao primária e a prática clínica deve ser revista. Conclusao: identificou-se prevalencia robusta de DMO nos estágios precoces da DRC, além de correlacóes significativas entre o aumento dos níveis de fósforo e PTH e piora das funcóes renais. 2022 artículo científico 2216-0973 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=359575082004 https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/html/ https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/359575082004.epub https://www.redalyc.org/journal/3595/359575082004/movil 10.15649/cuidarte.2266 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3595 Revista CUIDARTE application/pdf Universidad de Santander Revista CUIDARTE (Colombia) Num.3 Vol.13 |
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