Saúde percebida e “passagem à reforma”

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Auteur principal: António M. Fonseca
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde 2004
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author António M. Fonseca
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contents Saúde percebida e “passagem à reforma” António M. Fonseca Constança Paúl Psicología Saúde Adaptação “Passagem à reforma” A “passagem à reforma” é um processo complexo por meio do qual osindivíduos abandonam a vida profissional. Uma das formas possíveis de abordar acomplexidade deste acontecimento é tomá-lo como uma transição de vida envolvendomudança e adaptação e susceptível de produzir stresse. Na procura de umacompreensão mais apurada do impacto da “passagem à reforma” na saúde percebidados indivíduos que se reformam, realizámos um estudo comparativo entre 50indivíduos reformados e 50 indivíduos não reformados – em ambos os casos, 25homens e 25 mulheres –, vivendo nas suas residências no norte e centro de Portugal.Os indivíduos reformados encontravam-se nessa situação há pouco tempo (menos deum ano) e os indivíduos não reformados eram trabalhadores a tempo inteiro. Oinstrumento usado para avaliação foi uma versão do “Questionário de Auto-Avaliaçãoda Saúde e do Bem-Estar Físico”, retirado do “Protocolo Europeu de Avaliação doEnvelhecimento”. Os resultados mostram não haver diferenças relevantes entreindivíduos reformados e não reformados acerca da percepção que têm da respectivasaúde. No entanto, os indivíduos reformados queixam-se mais acerca da saúde nosmeses seguintes à “passagem à reforma”, enquanto as queixas dos indivíduos nãoreformados remontam a um período de tempo mais longo. 2004 artículo científico 1645-0086 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=36250102 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=362 Psicologia, Saúde e Doenças application/pdf Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Psicologia, Saúde e Doenças (Portugal) Num.1 Vol.V
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publishDate 2004
publisher Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
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António M. Fonseca
Psicología
Saúde
Adaptação
“Passagem à reforma”
Saúde percebida e “passagem à reforma” António M. Fonseca Constança Paúl Psicología Saúde Adaptação “Passagem à reforma” A “passagem à reforma” é um processo complexo por meio do qual osindivíduos abandonam a vida profissional. Uma das formas possíveis de abordar acomplexidade deste acontecimento é tomá-lo como uma transição de vida envolvendomudança e adaptação e susceptível de produzir stresse. Na procura de umacompreensão mais apurada do impacto da “passagem à reforma” na saúde percebidados indivíduos que se reformam, realizámos um estudo comparativo entre 50indivíduos reformados e 50 indivíduos não reformados – em ambos os casos, 25homens e 25 mulheres –, vivendo nas suas residências no norte e centro de Portugal.Os indivíduos reformados encontravam-se nessa situação há pouco tempo (menos deum ano) e os indivíduos não reformados eram trabalhadores a tempo inteiro. Oinstrumento usado para avaliação foi uma versão do “Questionário de Auto-Avaliaçãoda Saúde e do Bem-Estar Físico”, retirado do “Protocolo Europeu de Avaliação doEnvelhecimento”. Os resultados mostram não haver diferenças relevantes entreindivíduos reformados e não reformados acerca da percepção que têm da respectivasaúde. No entanto, os indivíduos reformados queixam-se mais acerca da saúde nosmeses seguintes à “passagem à reforma”, enquanto as queixas dos indivíduos nãoreformados remontam a um período de tempo mais longo. 2004 artículo científico 1645-0086 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=36250102 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=362 Psicologia, Saúde e Doenças application/pdf Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde Psicologia, Saúde e Doenças (Portugal) Num.1 Vol.V
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