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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Centro Nacional de Información de Ciencias Médicas
2018
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=378668288005 https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/ https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/html/ https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/378668288005.epub https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/movil |
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Tabla de Contenidos:
- O câncer de cabeça e pescoço no Brasil Laís Guedes Alcoforado de Carvalho Carmellyo Pires Leite Santiago Ana Cláudia Macedo de Andrade Ana Maria Gondim Valença Isabella Lima Arrais Ribeiro Ricardo Dias de Castro Medicina Epidemiologia base de dados neoplasias de cabeça e pescoço Introdução: o câncer de cabeça e pescoço apresenta alta incidência no Brasil, e requer um estudo constante de sua distribuição, o que motiva a estudá-lo detalhadamente, buscando entender de que forma esse câncer se comporta na população, avaliando sua distribuição temporal no Brasil, além dos seus principais agravos. Objetivo: identificar as localizações anatômicas e classificações histológicas dos cânceres em cabeça e pescoço, registrados no Brasil, entre os anos de 2000 e 2014. Métodos: trata-se de estudo seccional, com abordagem indutiva, técnica de documentação indireta e procedimento estatístico descritivo, a partir da análise de 220.391 dados secundários dos Registros Hospitalares de Câncer, disponíveis pelo Instituto Nacional de Câncer. As variáveis de interesse foram: a localização do tumor primário e tipo histológico. A escolha pela localização do local do tumor primário foi feita de acordo com a Classificação Internacional das Doenças. Resultados: os locais de maior acometimento do câncer em cabeça e pescoço foram: pele da face (44,2 %); cavidade oral (16,7 %); glândula tireoide (8,9 %); laringe (8,8 %); encéfalo (5,4 %) e linfonodos localizados na região de cabeça e pescoço (3,8 %). Os tipos histológicos mais prevalentes foram: carcinoma de células escamosas (38,0 %); carcinoma basocelular (27,0 %); carcinoma papilar (3,70 %); carcinoma basocelular nodular (2,50 %) e tumor epitelial maligno (2,50 %). Conclusão: ocarcinoma de células escamosas foi o tipo histológico mais prevalente de câncer em cabeça e pescoço entre os anos de 2000 e 2014, no Brasil, sendo o sítio de maior acometimento a pele da face. 2018 artículo científico 0034-7507 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=378668288005 https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/ https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/html/ https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/378668288005.epub https://www.redalyc.org/journal/3786/378668288005/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3786 Revista Cubana de Estomatología application/pdf Centro Nacional de Información de Ciencias Médicas Revista Cubana de Estomatología (Cuba) Num.3 Vol.55