"Mulher-raça": a reprodução da nação em Gabriela Mistral

Fuente: Redalyc
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Main Author: Licia Fiol-Matta
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2005
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author Licia Fiol-Matta
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contents "Mulher-raça": a reprodução da nação em Gabriela Mistral Licia Fiol-Matta Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) raça queer povos indígenas Gabriela Mistral normatividade sexual O artigo desmascara a posição pública assumida por Gabriela Mistral como defensorados povos indígenas, argumentando que no âmbito privado sua posição foi absolutamenteoposta a qualquer afirmação sexual pública não-normativa. A autora sugere três operaçõescríticas para a leitura da obra de Mistral sobre o sujeito da “raça” latino-americana: arecusa da negritude (Mistral reage a ela com ansiedade, sexualização e patologização, ouseja, com atitudes brancas estereotipadas), a cumplicidade da linguagem da diversidadecom as práticas do pensamento supremacista branco (evidenciada em sua correspondência)e o papel da queerness no nacionalismo racializado de Mistral (sua atitude queer acabouajudando a aprimorar a heteronormatividade e o projeto racial latino-americanista). 2005 artículo científico 0104-026X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=38113202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=381 Revista Estudos Feministas application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Revista Estudos Feministas (Brasil) Num.2 Vol.13
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institution Redalyc
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publishDate 2005
publisher Universidade Federal de Santa Catarina
spellingShingle "Mulher-raça": a reprodução da nação em Gabriela Mistral
Licia Fiol-Matta
Multidisciplinarias (Ciencias Sociales)
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queer
povos indígenas
Gabriela Mistral
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"Mulher-raça": a reprodução da nação em Gabriela Mistral Licia Fiol-Matta Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) raça queer povos indígenas Gabriela Mistral normatividade sexual O artigo desmascara a posição pública assumida por Gabriela Mistral como defensorados povos indígenas, argumentando que no âmbito privado sua posição foi absolutamenteoposta a qualquer afirmação sexual pública não-normativa. A autora sugere três operaçõescríticas para a leitura da obra de Mistral sobre o sujeito da “raça” latino-americana: arecusa da negritude (Mistral reage a ela com ansiedade, sexualização e patologização, ouseja, com atitudes brancas estereotipadas), a cumplicidade da linguagem da diversidadecom as práticas do pensamento supremacista branco (evidenciada em sua correspondência)e o papel da queerness no nacionalismo racializado de Mistral (sua atitude queer acabouajudando a aprimorar a heteronormatividade e o projeto racial latino-americanista). 2005 artículo científico 0104-026X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=38113202 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=381 Revista Estudos Feministas application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Revista Estudos Feministas (Brasil) Num.2 Vol.13
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