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Main Author: Gustavo Cunha Bezerra
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho 2016
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=384272867006
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author Gustavo Cunha Bezerra
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contents Sensualismo e Antimaterialismo em Rousseau Gustavo Cunha Bezerra Filosofía Rousseau Sensualismo Materialismo Procuraremos analisar, neste artigo, o duplo movimento do pensamento rousseauniano, que, se, por um lado, se apresenta acentuadamente sensualista, principalmente nos primeiros livros do Emílio, por outro lado, encontra o limite desse sensualismo nas consequências extremas do materialismo de Diderot e Helvétius. Apontaremos aqui a proximidade de Rousseau com o pensamento que deriva da estátua hipotética de Condillac, mas que rejeita completamente a afirmação de que “julgar é sentir”, proclamada por Helvétius. Para o autor da Profissão de fé do Vigário saboiano, o julgamento não pode ser reduzido à passividade das sensações, mas é resultado da intervenção ativa do eu, uma vontade livre e inteligente. 2016 artículo científico 0101-3173 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=384272867006 10.1590/S0101-31732016000300004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3842 Trans/Form/Ação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Trans/Form/Ação (Brasil) Num.3 Vol.39
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publishDate 2016
publisher Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
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Gustavo Cunha Bezerra
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Rousseau
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Materialismo
Sensualismo e Antimaterialismo em Rousseau Gustavo Cunha Bezerra Filosofía Rousseau Sensualismo Materialismo Procuraremos analisar, neste artigo, o duplo movimento do pensamento rousseauniano, que, se, por um lado, se apresenta acentuadamente sensualista, principalmente nos primeiros livros do Emílio, por outro lado, encontra o limite desse sensualismo nas consequências extremas do materialismo de Diderot e Helvétius. Apontaremos aqui a proximidade de Rousseau com o pensamento que deriva da estátua hipotética de Condillac, mas que rejeita completamente a afirmação de que “julgar é sentir”, proclamada por Helvétius. Para o autor da Profissão de fé do Vigário saboiano, o julgamento não pode ser reduzido à passividade das sensações, mas é resultado da intervenção ativa do eu, uma vontade livre e inteligente. 2016 artículo científico 0101-3173 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=384272867006 10.1590/S0101-31732016000300004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3842 Trans/Form/Ação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Trans/Form/Ação (Brasil) Num.3 Vol.39
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