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| Autore principale: | |
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| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho
2009
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=384273612002 |
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Sommario:
- KANT E A ADMIRAÇÃO DA NATUREZA Ulisses Razzante VACCARI Filosofía Admiração princípio sentimento conformidade a fins O parágrafo 62 da Crítica do Juízo, cuja função é definir o conceito de conformidade a fins objetiva (objektive Zweckmässigkeit), começa com uma declaração do filósofo segundo a qual todas as figuras geométricas se relacionam com uma conformidade a fins objetiva e admirável. Embora não seja aqui essencial para a definição do princípio dessa conformidade a fins, a afirmação de Kant de que ela é muitas vezes digna de admiração exerce um importante papel para a sua própria definição. O objetivo deste texto é tecer algumas considerações em torno dessa relação entre o princípio estritamente lógico da conformidade a fins e o sentimento em geral, seja de admiração da natureza, ou em todas as suas variações, tais como aparece na sequência do mesmo parágrafo 62: o entusiasmo, a alegria e a estupefação. Embora de antemão se reconheça que tais sentimentos não podem intervir no mecanismo estritamente lógico desse princípio, que, segundo Kant, é transcendental, pretende-se mostrar como o seu uso relaciona-se sempre e de algum modo com um sentimento. Para isso, é preciso mostrar que a afirmação de Kant segundo a qual o juízo teleológico não possui nenhuma relação com o sentimento de prazer e desprazer não implica necessariamente que esse tipo de juízo não possua relação nenhuma como nenhum tipo de sentimento. 2009 artículo científico 0101-3173 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=384273612002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3842 Trans/Form/Ação application/pdf Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Trans/Form/Ação (Brasil) Num.1 Vol.32