Máquinas e argumentos: das tecnologias de suporte da vida à definição de morte cerebral

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Auteur principal: Luciana Kind
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Fundação Oswaldo Cruz 2009
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author Luciana Kind
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contents Máquinas e argumentos: das tecnologias de suporte da vida à definição de morte cerebral Luciana Kind Historia História da medicina definição de morte cerebral tecnologias de suporte de vida Analisa a produção acadêmica sobre o debate em torno da definição da morte cerebral concentrado na década de 1960 e publicado em periódicos médicos de destaque internacional. Enfatiza que tecnologias de suporte de vida desenvolvidas ao longo do século XX e incorporadas na cena médica provocaram intenso debate em busca de legitimidade para novos procedimentos, como os transplantes de órgãos. Com suas práticas modificadas, a ciência médica pôs-se a inventar novos conhecimentos a esse respeito. As discussões sobre a definição de morte cerebral acabaram por transformá-la numa caixa-preta, que viria a ser desmontada pelos estudos antropológicos sobre o assunto desenvolvidos a partir dos anos 80. Este trabalho, por meio de suas análises, também se compromete com a desconstrução da morte cerebral como caixa-preta. 2009 artículo científico 0104-5970 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386138041002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3861 História, Ciências, Saúde - Manguinhos application/pdf Fundação Oswaldo Cruz História, Ciências, Saúde - Manguinhos (Brasil) Num.1 Vol.16
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publishDate 2009
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Luciana Kind
Historia
História da medicina
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Máquinas e argumentos: das tecnologias de suporte da vida à definição de morte cerebral Luciana Kind Historia História da medicina definição de morte cerebral tecnologias de suporte de vida Analisa a produção acadêmica sobre o debate em torno da definição da morte cerebral concentrado na década de 1960 e publicado em periódicos médicos de destaque internacional. Enfatiza que tecnologias de suporte de vida desenvolvidas ao longo do século XX e incorporadas na cena médica provocaram intenso debate em busca de legitimidade para novos procedimentos, como os transplantes de órgãos. Com suas práticas modificadas, a ciência médica pôs-se a inventar novos conhecimentos a esse respeito. As discussões sobre a definição de morte cerebral acabaram por transformá-la numa caixa-preta, que viria a ser desmontada pelos estudos antropológicos sobre o assunto desenvolvidos a partir dos anos 80. Este trabalho, por meio de suas análises, também se compromete com a desconstrução da morte cerebral como caixa-preta. 2009 artículo científico 0104-5970 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386138041002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3861 História, Ciências, Saúde - Manguinhos application/pdf Fundação Oswaldo Cruz História, Ciências, Saúde - Manguinhos (Brasil) Num.1 Vol.16
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