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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Fundação Oswaldo Cruz
2015
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386139487012 |
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Tabla de Contenidos:
- Cidade-laboratório: Campinas e a febre amarela na aurora republicana Valter Martins Historia epidemia Campinas saneamento Febre amarela práticas científicas No final do século XIX ocorreram epidemias de febre amarela em Campinas. Considerada doença litorânea, a febre assustou leigos e médicos. O debate científico sobre a etiologia da doença deixou revistas e correspondências médicas para orientar ações políticas e sanitárias. Visando combater a enfermidade, a cidade ganhou contornos de laboratório e vivenciou sua “era do saneamento e das demolições”, com vitórias sobre o achaque e transtornos à população. A Comissão Sanitária Estadual comandada por Emílio Ribas, ciente da teoria culicidiana de Finlay, ensaiou em Campinas o que ocorreria no Rio de Janeiro de Oswaldo Cruz e Pereira Passos. A novidade do combate aos mosquitos conviveu com antigas práticas caras à teoria miasmática, como as desinfecções. 2015 artículo científico 0104-5970 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386139487012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3861 História, Ciências, Saúde - Manguinhos application/pdf Fundação Oswaldo Cruz História, Ciências, Saúde - Manguinhos (Brasil) Num.2 Vol.22