Quando os paradigmas mudam na saúde pública: o que muda na história?

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Autore principale: Guilherme Arantes Mello
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Fundação Oswaldo Cruz 2017
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author Guilherme Arantes Mello
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contents Quando os paradigmas mudam na saúde pública: o que muda na história? Guilherme Arantes Mello Historia política medicina preventiva História da saúde pública reforma dos serviços de saúde Trata-se de ensaio conceitual sobre a ideia de ruptura paradigmática e sua implicação na leitura histórica da saúde pública/coletiva, campo em que se confundem as dimensões política e científica. Um argumento inicial serve para esclarecer o caráter polissêmico e pré-conceitual de “paradigma”, atento às implicações conceituais, mas reafirmando sua utilidade semântica. Segue com a discussão de rupturas essenciais e cumulativas, aplicada ao confronto da ruptura epistêmica promovida pelos centros de saúde distritais e idealização do movimento de reforma sanitária. Conclui pela dificuldade do paradigma “saúde coletiva” em sustentar sua independência discursiva, de modo que a difusão planetária da matriz discursiva dos centros de saúde pela Fundação Rockefeller ainda se configura como a última ruptura paradigmática holística da saúde pública brasileira. 2017 artículo científico 0104-5970 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386151662013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3861 História, Ciências, Saúde - Manguinhos application/pdf Fundação Oswaldo Cruz História, Ciências, Saúde - Manguinhos (Brasil) Num.2 Vol.24
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language pt
publishDate 2017
publisher Fundação Oswaldo Cruz
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Guilherme Arantes Mello
Historia
política
medicina preventiva
História da saúde pública
reforma dos serviços de saúde
Quando os paradigmas mudam na saúde pública: o que muda na história? Guilherme Arantes Mello Historia política medicina preventiva História da saúde pública reforma dos serviços de saúde Trata-se de ensaio conceitual sobre a ideia de ruptura paradigmática e sua implicação na leitura histórica da saúde pública/coletiva, campo em que se confundem as dimensões política e científica. Um argumento inicial serve para esclarecer o caráter polissêmico e pré-conceitual de “paradigma”, atento às implicações conceituais, mas reafirmando sua utilidade semântica. Segue com a discussão de rupturas essenciais e cumulativas, aplicada ao confronto da ruptura epistêmica promovida pelos centros de saúde distritais e idealização do movimento de reforma sanitária. Conclui pela dificuldade do paradigma “saúde coletiva” em sustentar sua independência discursiva, de modo que a difusão planetária da matriz discursiva dos centros de saúde pela Fundação Rockefeller ainda se configura como a última ruptura paradigmática holística da saúde pública brasileira. 2017 artículo científico 0104-5970 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386151662013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3861 História, Ciências, Saúde - Manguinhos application/pdf Fundação Oswaldo Cruz História, Ciências, Saúde - Manguinhos (Brasil) Num.2 Vol.24
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