Potencial evocado miogênico vestibular cervical em crianças e adolescentes sem queixas vestibulares

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Auteur principal: Bárbara Melissa Pereira da Silva
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Academia Brasileira de Audiologia 2017
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author Bárbara Melissa Pereira da Silva
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contents Potencial evocado miogênico vestibular cervical em crianças e adolescentes sem queixas vestibulares Bárbara Melissa Pereira da Silva Dayane Domeneghini Didoné Pricila Sleifer Salud Criança Adolescente Potenciais evocados Testes de função vestibular Potenciais evocados miogênicos vestibulares Introdução: O Potencial Evocado Miogênico Vestibular Cervical (cVEMP) tem se tornado uma medida fidedigna e complementar da avaliação vestibular. A investigação das alterações de ordem vestibular na população pediátrica é de grande importância, pois essas alterações podem acarretar uma série de repercussões ao longo do desenvolvimento. Objetivo: Avaliar e analisar as respostas do cVEMP em crianças e adolescentes e comparar esses achados entre gênero, idade e orelhas. Métodos: Estudo transversal, constituído por 35 crianças e adolescentes, 18 do gênero feminino e 17 do masculino, de 7 a 18 anos de idade, possuindo limiares auditivos normais e sem queixas otoneurológicas. Todos realizaram avaliação auditiva periférica e cVEMP. Resultados: Na análise, observou-se que a média das latências das ondas P1 e N1 foi, respectivamente, 15,92 ms e 24,32 ms, da amplitude de P1/N1 foi de 36.91 µv e a razão de simetria apresentou média de 22,95%. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas na comparação de gênero e orelhas. O mesmo ocorreu no índice de assimetria que foi comparado entre os gêneros. Na comparação entre grupos de idade, também não foram evidenciadas diferenças estatisticamente significativas nas latências e amplitudes. Conclusão: Foi possível mensurar valores para latência e amplitude das ondas P1 e N1, em crianças e adolescentes. Não houve diferença nas comparações entre as orelhas, gênero e faixa etária. 2017 artículo científico 2317-6431 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=391561594041 https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/ https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/html/ https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/391561594041.epub https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/movil 10.1590/2317-6431-2017-1885 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3915 Audiology - Communication Research application/pdf Academia Brasileira de Audiologia Audiology - Communication Research (Brasil) Vol.22
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Bárbara Melissa Pereira da Silva
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Potencial evocado miogênico vestibular cervical em crianças e adolescentes sem queixas vestibulares Bárbara Melissa Pereira da Silva Dayane Domeneghini Didoné Pricila Sleifer Salud Criança Adolescente Potenciais evocados Testes de função vestibular Potenciais evocados miogênicos vestibulares Introdução: O Potencial Evocado Miogênico Vestibular Cervical (cVEMP) tem se tornado uma medida fidedigna e complementar da avaliação vestibular. A investigação das alterações de ordem vestibular na população pediátrica é de grande importância, pois essas alterações podem acarretar uma série de repercussões ao longo do desenvolvimento. Objetivo: Avaliar e analisar as respostas do cVEMP em crianças e adolescentes e comparar esses achados entre gênero, idade e orelhas. Métodos: Estudo transversal, constituído por 35 crianças e adolescentes, 18 do gênero feminino e 17 do masculino, de 7 a 18 anos de idade, possuindo limiares auditivos normais e sem queixas otoneurológicas. Todos realizaram avaliação auditiva periférica e cVEMP. Resultados: Na análise, observou-se que a média das latências das ondas P1 e N1 foi, respectivamente, 15,92 ms e 24,32 ms, da amplitude de P1/N1 foi de 36.91 µv e a razão de simetria apresentou média de 22,95%. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas na comparação de gênero e orelhas. O mesmo ocorreu no índice de assimetria que foi comparado entre os gêneros. Na comparação entre grupos de idade, também não foram evidenciadas diferenças estatisticamente significativas nas latências e amplitudes. Conclusão: Foi possível mensurar valores para latência e amplitude das ondas P1 e N1, em crianças e adolescentes. Não houve diferença nas comparações entre as orelhas, gênero e faixa etária. 2017 artículo científico 2317-6431 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=391561594041 https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/ https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/html/ https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/391561594041.epub https://www.redalyc.org/journal/3915/391561594041/movil 10.1590/2317-6431-2017-1885 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=3915 Audiology - Communication Research application/pdf Academia Brasileira de Audiologia Audiology - Communication Research (Brasil) Vol.22
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